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A opinião e razões dos signatários da Petição: Em Defesa do Exercício da Profissão de Engenheiro, para Exmo. Senhor Presidente da República

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José C.Encontro-me há muitos anos no exercício de funções de direção de serviços de engenharia mecânica em empresa pública de um país do Golfo Pérsico recentemente visitado oficialmente pelo Senhor Presidente da República. Creio que durante essa visita o Senhor Presidente da República pôde constatar in-loco o assombroso desenvolvimento da construção nas cidades de Dubai e da capital Abu Dhabi, bem como das obras públicas e a impressionante rede de infra-estruturas deste país, que, estou certo, sensibilizará sem dúvida o Senhor Presidente da República para conceder o seu apoio ao desenvolvimento de legislação que, a exemplo da exigente legislação nos Emirados Árabes Unidos que tão excelentes frutos tem garantido, vise consolidar em Portugal a responsabilização dos profissionais de engenharia intervenientes no ato de construir.
Fernando S.as asneiras continuam
Eduardo F.Os serviços e trabalhos de engenharia devem competir sòmente a engenheiros
josé r.Sinto-me um homem que me cortaram as pernas, até agora sempre fiz projetos de arquitetura e agora porque alguém quis retiram-me essas funções...
Ricardo D.Sem mais comentários.
PAULO C.Concordo com a petição na parte em que releva a importância e habilitação técnica da engenharia em sede de; Condução, direção, fiscalização e gestão em Obra, projetos de estrutura e de especialidade, atos para os quais estes profissionais estão habilitados, devendo-se então reservar para os senhores Arquitetos a matéria para que estão habilitados, a conceção de projeto de arquitetura, ponto. "Cada Pardal no seu galho".
JORGE A.No meu entender deve sempre ser salvaguardado o direito adquirido em todas as circunstâncias.
Maria H.Membro da Ordem dos Engenheiros
Maria J.Não concordo com a proibição de um engenheiro poder executar um desenho de arquitetura, especialmente em reabilitação, uma vez que muitos obtiveram aprovação em universidades conceituadas, em geometria descritiva desenho técnico, cadeira esta que inclui a elaboração de projetos de arquitetura simples. Enquanto isso, é mesmo muito estranho, que outras profissões, que não têm no seu curriculum de estudos as várias componentes de formação técnica e científica que tem a engenharia - pelo menos, em algumas universidades - possam automaticamente por via da legislação, estar habilitados a assinar projetos e executar funções que são desta área, a qual envolve estudos complexos, experiência profissional e atualização constante.
Fernando S.A nossa dignidade não pode ser atropelado
José F.Lamento que não tenha havido a mesma preocupação por parte do nosso bastonário quando se tratou da lei 14/2015 que incide em aspectos semelhantes sobre os engenheiros eletrotécnicos. Mas civil é muito caro ao nosso bastonário.
julio F.que competência tem os ministros deste governo que so tem destruído as competências e o profissionalismo de todas as classes profissionais
Fernando C.Este decreto exige no mínimo que os programas educacionais sejam ajustados para que se possa reflectir estas alterações de forma coerente e justa.
Henrique P.Sr.Presidente não aprove estes diplomas PF
José M.Ao longo da minha carreira de 25 anos a exercer Engenharia Civil tenho verificado com tristeza que a minha profissão, adquirida por formação competente durante 5 anos na Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, com muito esforço e dedicação, está continuamente a perder dignidade e respeito.
José P.Engenheiro agrónomo solidário com os engenheiros civis. Desde há muito anos que se anda a nivelar por baixo tentando denegrir as licenciaturas (verdadeiras).
Rui S.É vergonhoso que os politicos vendam a sua consciência e coloquem a sociedade civil sob a alçada de técnicos sem qualificações para exercer as funções/qualificaçoes que lhe são atribuidas por decreto.
Manuel M.Concordo plenamente com a petição
Erasmo F.Na actual conjuntura laboral, e face ao disposto, seria "matar" a profissão se tais decretos de lei forem promulgados. Evidentemente que a responsabilização e a garantia das obras está em causa.
Mário M.Completamente de acordo

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