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Não à reorganização do IPCB

Para: Instituto Politécnico de Castelo Branco

O 39º aniversário do Instituto Politécnico de Castelo Branco é marcado pela duvidosa e destruidora proposta da suposta reorganização da instituição.
Até à data de hoje, foi aprovado em conselho geral esta reorganização com a proposta da extinção das seis escolas existentes para a criação de quatro novas e nenhuma informação foi passada aos alunos desta mesma instituição.
Culpe-se os responsáveis à frente das associações de estudantes que provam a sua inutilidade para com o bem estar do IPCB e dos seus integrantes do qual supostamente deviam estar responsáveis.
Além da destruição e da massiva entropia que esta reorganização irá criar, a vontade dos alunos, docentes e funcionários do IPCB não está representada nos supostos membros do Concelho Geral, que é claro que estão a proceder a esta votação com interesses do qual se deviam envergonhar.
A participação da Câmara Municipal e a mão do Sr. Presidente Luís Correia, nunca deveria ser permitida a tocar numa instituição de ensino, pois os municípios nada têm a ver (nem percebem) do que se passa ou o que se faz em instituições de ensino superior (e pelos vistos nem o Sr. Presidente do IPCB António Fernandes) e é um autêntico ataque ao que é a essência de uma instituição de ensino superior, esta desculpa de "reorganização" para o IPCB se rebaixar à vontade de quem é apenas presidente de um município, do qual foi destituído do seu cargo por práticas ilegais no seu mandato e cargo.
A justificação para esta reorganização baseia-se na poupança de dinheiro e controlo de custos, mas nenhum facto foi apresentado ao público e está tudo a ser feito dentro de um grupo restrito que deseja controlar o IPCB para o seu proveito.

Em momento nenhum foram os alunos sondados sobre este rumo.
Sabem se os alunos querem esta reorganização?
Como explicam a separação do núcleo de Design, quando o curso de Moda e Têxtil e o de Interiores e Equipamento será nas instalações da EST e o Design de Comunicação será na ESART?
Como explicam o deslocamento dos alunos de desporto, que terão o seu núcleo na EST mas têm aulas na ESE, mas pertence à ESALD?
Como vão justificar a retirada da escola por inteiro da ESGIN em Idanha, mas mantendo lá "cursos"?
Porque têm visão pequena, porque querem dar o controlo ao vosso clube político PS ou PSD (porque tanto os dois Srs. Presidentes não se sabem bem decidir qual querem ser, deve depender de quem ganha e quem pode controlar quem) e querem ganhar mais uns mil ao fim do mês à custa do bem estar de uma instituição.

Como obtiveram a aprovação dos alunos? Simples, porque os compraram, porque garantiram "trabalhos" (ou na gíria popular: tachos) a quem devia ter a responsabilidade de representar a vontade dos alunos, mas só está preocupado em garantir uns trocos para beber uns copos a mais, porque é só e tudo o que querem, festas para os copos. E apesar disso ter a sua legitimidade e ter o seu lugar na tradição académica, hoje só mostra ser uma fraqueza para os que vivem das festas, estarem a mercê de quem tem os interesses pessoais e não da instituição.

Devo também clarificar, para quem não sabe, que o Sr. Presidente e Vice-Presidente formaram-se na Escola Superior de Tecnologia e Escola Superior de Gestão, que agora propõem com esta "reorganização" que essas escolas tenham o seu núcleo na Escola Superior de Educação e a extinção completa desta.
Conveniente porque a ESE é a escola com a melhor localização da cidade e no meio desta negociata toda, porque não ficar com a escola mais bem localizada para vocês?

E isto tudo para quê? "Pelo interior?" Não
Não é pelo interior caros membros do Conselho Geral, é pelo vosso umbigo, é pelos vossos "tachos", é pela vossa vontade de quererem viver à custa de algo que não é vosso e que nada fazem para melhorar ou construir sobre esta grande instituição e é pela pequena visão de só quererem beneficiar de quem está à frente da Câmara Municipal de Castelo Branco (e no processo, afectar o Município de Idanha-a-Nova negativamente. Pelo Interior? Não)

E já agora, o dinheiro não se poupa destruindo escolas para estarem mais confortáveis, o dinheiro poupa-se não sendo fantoche dos outros.

Só tenho a agradecer aos membros do Conselho Geral que votaram contra esta medida, profissionais que provam ter o melhor interesse da instituição em mente.

Não sei ao que isto vai levar, nem se causará alguma diferença, mas como ainda vivemos num país livre e num distrito livre por enquanto, dou a assinar uma petição pública para demonstrar o descontentamento daqueles em que nada foram informados deste assunto e que se opõem a uma medida que alterará negativamente o panorama do interior e do IPCB.

Atenciosamente
Um aluno do IPCB



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