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A opinião e razões dos signatários da Petição:
Petição contra a utilização abusiva dos Contratos Emprego Inserção e Contratos Emprego Inserção +
, para Primeiro Ministro, Ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Assembleia da República, PSD, PS, CDS, PCP, BE
Nome
Comentário
Ana .
Escravidão moderna
Paula .
Para mim é trabalho escravo, têm um trabalhador que nem o ordenado mínimo recebe
Dalila .
Contratos tem que ter ferias
Rosa E.
Comigo é uma vergonha mae solteira com 4 filhos a cargo vitima de violência doméstica, fui tratada que nem escrava, dinheiro para as actividades desenvolvidas saia do meu bolso. O municipio queria actividades mas nao havia verba eramos encaminhadas para as realizar na mesma, foi nos proibido de tirar o dia para procura activa de trabalho. Trabalhei varios dias 14h por dia sem pausas, sabados e noites. Quando expus isto ao municipio mandaram me arranjar trabalho. É a nova explicação do sec XXI
Ivone s.
Mesmo eu andei quase 3 anos e os outros que andavam comigo a fazerem 29 anos e ninguém faz nada sobre isso. Nem á reforma vão ter direito. Que vergonha o nosso país!!
Gonçalo M.
Contra os abusos do estado e está escravatura deste tipo de situação que é imposta pelos centros de emprego
Maria C.
Acabar com o abuso e exploração
Marília S.
Rácio correto de funcionários em todos os setores profissionais e é não recorrer abusivamente as horas extraordinárias, assim como exclusividade no emprego, nana minha opinião seria uma boa forma de combater o desemprego. A precariedade laboral é resultado de uma lei que permite o abuso por parte das entidades empregadoras, onde o estado também se inclui
Flavia B.
Hoje comecei em um lar de idoso por esse contrato de inserção, é muito desumano, o trabalho foi dito como limpeza, mais não é meramente só uma limpeza, além de estar limpando quartos com pessoas acamadas eu ainda tenho que ajudar os utentes na hora da reifeção, não tenho formação e nem estômago para ver um utente no estado em que vi hoje. Sou obrigada estar lá e ficar exausta mentalmente, fora o trabalho puxado e árduo o dia todo sem ir na casa de banho por não ter tempo, e ter que beber água quente da torneira. Isso é muito desumano para qualquer pessoa que não queira estar dentro de um lar.
Paula S.
Já é o terceiro ano que estou com estes tipo de contrato e agora vai terminar, e agora vou ficar sem rendimento sou nova para me reformar mas velha para me darem emprego, enfim os concursos públicos deveriam para quem está nesta situação precária nas escolas passarem ao quadro e não ser aberto a toda a gente , nós vamos para a rua e entram pessoas que nunca trabalharam em escolas e sem experiência nenhuma isto está muito mal.
Paula P.
Escravatura em 2023. Um ano a trabalhar sem férias. É um negócio da China para gente oportunista, sem ética e sem vergonha na cara. Caras de pau!
Ivone s.
É uma tristeza estes contratos e o governo não faz nada sobre isto. É uma exploração humana. Trabalhar tanto como os outros e não ter os mesmo direitos. Como férias de descanso como no dinheiro!! A lei do código de trabalho aplica-se nas horas e os deveres mas nas faltas e nas férias não se aplica a dos contratos CEI+. Estou farta destes contratos porque nem deveria de existir!!! Andamos sempre a saltar cada ano de associação de associação para que não possamos entrar no quadro da câmara e assim eles ganham ainda com o nosso suor!! É uma vergonha!!! E desumano!!!
Andrea L.
Discriminação, escravutura moderna.
Marlene O.
Não acho justo trabalharmos 8 horas por dia como todos os funcionários e não ter no mínimo direito ao um ordenado mínimo porque se não fizermos nosso trabalho corretamente seremos tratados da mesma maneira que todos.
Bruno V.
Exploração pura, estamos a pagar do nosso bolso com os nossos descontos o nosso ordenado.... que moral!!!
Soraia S.
“Através do CEI, o Estado e as IPSS aproveitam-se do estado de necessidade do desempregado, exploram a sua capacidade de trabalho, pagam-lhe abaixo do salário normal e recorrem, para esse pagamento, ao dinheiro que ele próprio descontou ao longo da sua carreira profissional. Quando o Estado dá este exemplo é difícil esperar que seja ele a garantir que o direito laboral seja cumprido nas empresas.” Sinto-me frustrada e triste, nunca pensei exercer uma função de técnica superior e receber nem chega a 200€ (cerca de 80€ de bolsa + subs alimentação) mensalmente. Mais, o meu trabalho no âmbito do CEI é tentar encontrar emprego para as pessoas, irónico quando eu própria não tenho um contrato de trabalho. Um ano a ser escravizada, para no fim ir embora com direito a NADA uma vez que na função pública só se entra por concurso. Quando terminar o CEI gastei todo o meu subsídio de desemprego e fico sem trabalho.
Jorge R.
Escravatura
Luís S.
Odeio estes contratos, nem sequer deviam existir para alem dos direitos não serem reconhecidos, os 22 dias de "descanso" que metem lá tem de ser com a autorização do centro de emprego e é se eles autorizarem e se não nos querem explorar!!!!! ninguem aguenta 1 ano sem férias é inademissivel! QUERO QUE ACABEM JÁ COM ESTA PORCARIA TODA!!!! SE O EMPREGADO FALTAR JÁ LHES É DESCONTADO DO ORDENADO
Armando C.
Exmos Srs, boa tarde, li a petição e estou plenamente de acordo com todo o seu conteúdo, eu sou um " CEI " (Contrato Emprego Inserção ) desde SET2016 que estou a prestar serviço no Centro Nacional de Pensões, assinei um contrato que termina no dia 04SET2017, o salário que me pagam por sete horas diárias de trabalho é cerca de €85,00 mensais !!!!!. Exploração Durante a vigência do contrato, é fornecida alguma formação pra que possamos desempenhar a função, só que quando estamos aptos, o contrato praticamente está a chegar ao seu termo, quem beneficia com esta situação ?!!!!?? EXPLORAÇÃO
Maria P.
Estou inserida no contrato CEI, e a única certeza que tenho é que ao fim de 1 ano me mandam embora, e trabalhei para o Estado pelo valor de 83€ mensais, acumulados com o meu subsídio de desemprego, subsídio a que tenho direito pelos meus 33 anos de descontos. No mínimo o que poderiam fazer era suspenderem um ano de desemprego, e pagarem-me um salário de funcionária publica durante o contrato CEI, e no fim do contrato voltar a retomar o subsídio de desemprego, ou então o Estado devia contratar-me, pois sei que até faço falta no departamento onde estou.
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