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A opinião e razões dos signatários da Petição: Por Centros Históricos Vivos e Autênticos - Revisão do Regime do Licenciamento Zero, para Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República, Exmos. Senhores Deputados da Assembleia da República,

NomeComentário
José V.....assino, mas receio que a não fiscalização e regulação destas actividades...como acontece noutras neste país.....persista...
Nigel .Quero mais controlo sobre licenciamento destas lojas
Ana R.Ok
Bruno .É lamentável virem fazer negócio para o nosso país e nem terem a dedicação nem motivação para aprenderem a cultura e a língua.
Ana v.Defender o nosso povo e o nosso país sempre viva o chega
Carlos P.A revisão do Regime do Licenciamento Zero é essencial para proteger a identidade e a autenticidade dos nossos centros históricos. Preservar o património não é um obstáculo ao desenvolvimento — é garantir que o futuro se constrói com respeito pela memória coletiva. Centros históricos vivos e autênticos fortalecem a cultura, a economia local e a qualidade de vida de todos.
Maria L.Os nossos centros historicos dizem quem nós somos ecomo evoluimos ao longo dos séculos
Lisa V.Concordo com o objetivo da petição, pois trata-se de um problema q afeta o centro das nossas cidades
José .Respeito pela cidadania Portuguesa
Marina .A favor do fim do licenciamento zero
Manuel P.Concordo com esta petição
Jose M.A favor do fim do licenciamento zero.
David .Rua com essa corja do Islão.
Paulo G.Espero que aceitem a nossa petição.
Lígia M.É bom que se faça, mesmo, alguma coisa para combater isto. Vivo há 24 anos em Cascais e o que me cativou quando cá cheguei, já não existe, é uma vila que perdeu, completamente o seu encanto, está completamente descaraterizada...
Sara M.Fim a esta lavagem de dinheiro que ocupa e viola a nossa económia e oportunidade de investimento nacional. Quem sofre são os portugueses nativos e as suas futuras gerações, porque todos estes estabelecimentos são um cavalo de troia para a substituição populacional. Estamos cansados disto. Chega.
Leandro .Apoio 100%
Fernando Q.Os centros históricos, mas não só, estão completamente descaracterizados com este tipo de comércio de "souvenirs". Mas fora dos centros históricos também está assim, basta ver a Avenida de Roma e muitas outras zonas de Lisboa, onde mercearias sem ninguém vão aparecendo como cogumelos. Já todos percebemos o que está por detrás disto. Seria bom que o Parlamento desse meios jurídicos de atuação às câmaras e juntas de freguesia, para atuarem eficazmente.
Maria S.E’ urgente resolver a situação descrita, não está a ser boa para os habitantes penso que nem para muitos dos imigrantes e turistas.
Isabel S.Simplificar procedimentos, sim — mas nunca à custa da salvaguarda dos requisitos básicos de segurança, saúde pública e qualificação profissional. A proteção dos consumidores e a dignificação das atividades tradicionais devem manter-se como prioridades em qualquer regime de licenciamento. Outro aspeto relevante diz respeito à atividade de cabeleireiro. A exigência de vistoria acompanhada pelo delegado de saúde e da carteira profissional de cabeleireiro para abertura de estabelecimentos deixou de ser obrigatória em 2013, com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 10/2013, de 11 de setembro. Esta alteração, embora enquadrada no objetivo de simplificação administrativa, acabou por prejudicar os verdadeiros profissionais, contribuindo para a proliferação de práticas pouco qualificadas e colocando em causa a qualidade, higiene e segurança do serviço prestado ao público.

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