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A opinião e razões dos signatários da Petição: Absolvição do militar Hugo Ernano (GNR) , condenado a 9 anos de prisão por matar criança que seguia num assalto com o pai., para Ministério da Justiça

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Paulo I.O MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEVERIA CHAMAR-SE MINISTÉRIO DA INJUSTIÇA............
Luís C.O Nacional porreirismo que legisladores e executores das leis vem demonstrado ter nos últimos anos deixa claro que das duas uma: querem demonstrar que são “seres superiores” dando “a outra face” tipo Jesus Cristo…. Mostrando assim o seu pseudointelecto superior (o que é uma grande treta….). Ou, pior do que isso não passam de uns estafermos filhos de mães parideiras do género daquelas que produzem a estirpe dos criminosos de rua… Assinaria mais uma petição a favor de ataques seletivos a familiares deste bando de “criminosos” que todos os dias são pagos “a peso de ouro” para incentivarem a criminalidade... Venha daí um ditador
João A.Se o assalto fosse á casa do juiz o cigano tinha apanhado pena maxima e seria entregue um louvor ao GNR
sergio l.Acho escandaloso que o sistema beneficie os prevaricadores e puna aqueles que têm que fazer o seu trabalho... O Pai sim deveria ser duplamente condenado, pelo fato de envolver o filho em tal situação. Haja vergonha, e faça-se justiça... Libertação imediata para o GNR.
vitorino c.condenação vergunhosa.
José S.Às vezes há polícias que "abusam" do fato de usarem uma farda e, outras há, ao invés, que deve ser muito difícil usá-la e ter de "cruzar os braços".
Luís R.Lamentável a justiça em Portugal.
joao p.indignação pura e simples perante a condenação do militar.
Ezequiel M.Esta decisão, para além de me parece particularmente injusta, contribui para o aumento da insegurança das populações.
vitor s.As leis nem sempre são justas, o momento faz o caso e o caso faz a lei. Por isso há que absolver quem fez um caso para que se mantivessem a lei e a ordem.
João G.Uma lei que manda prender um agente da autoridade em funções, é assassina. E quem se presta a esse papel de condenar pessoas que estão a cumprir a lei deveria ser condenados a trabalhos forçados e a prisão perpétua. Que país este ... de ladrões, corruptos, assassinos, vadios e juízes loucos e sócios do crime!
Assunção V.Penso que o militar estava no exercício das suas funções, o pai da criança é que deveria ser punido, porque ir roubar e levar um menor com ele deveria de ser crime....
Carlos A.Este angente da GNR fez o que muito poucos têm feito: o trabalho de deter os desonestos em protecção aos honestos. Se alguém deve ser culpado pela morte do menor, é o próprio pai!
Luís S.Justiça!!
João M.Se tivessem assaltado a residência da Juíza, de certeza que teria aplicada outra sentença e porque é que o pai não foi condenado por ter utilizado uma criança para a prática de um crime de roubo e colocar a sua vida em perigo, como prémio teve lugar a uma indemnização pela morte do filho, assim é que é vamos ajudar os criminosos e elevar a vida do crime ao mesmo patamar dos nossos políticos, Conselheiros de Estado, administradores do BPN, BPP, Banif e indemnizá-los pelo bem que têm feito pelo país e por aqueles que pagam impostos, com que os sustentam para usufruírem de vidas de luxo e mordomias tais como os administradores de Empresas Públicas, as quais dão prejuízo e estes ainda recebem chorudos prémios pelo seu bom desempenho. País de ladrões, corruptos que ficam impunes enquanto que pelos mesmos crimes nos outros países quem esteve envolvido em certos negócios foram celeremente condenados, aqui são condecorados e premiados com colocações em empresas com chorudos vencimentos e prémios.
manuel g.acho que o militar fez o que tinha que fazer , só foi pena a bala ir de encontro ao miúdo devia ter sido o pai
Susana R.Estamos contigo,Hugo Hernano,força !!!
Rui s.Acho incrível Como podem pedir que combatam o crime? Se a lei protege os criminosos então mude-se a lei
Nicolau C.viva Portugal
Maria S.A democracia assenta em três pilares autónomos, que são o poder legislativo, executivo e judicial. Assenta também no poder que os cidadãos têm de se poderem manifestar, em liberdade, contra decisões da "dura lex, sed lex", que neste caso tanto custa a aceitar.

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