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A opinião e razões dos signatários da Petição: Salvem a Beira Baixa – Parem as Mega Centrais Solares!, para Exmo. Sr. Presidente da República; Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República; Exmo. Sr. Primeiro-Ministro; Assembleia da República.

NomeComentário
Maria .Não concordo com a colocação de placas solares
Célia V.Maior vergonha . Alguém pare este massacre da nossa biodiversidade
Filipe S.Solar sim, mas com tanta área desnaturalizada, como telhados e coberturas urbanas e solos degradados em áreas industriais, arrasar paisagem natural é inaceitável.
Maria A.Nada justifica este ecocídio, certamente que não a transição energética. Já destruímos parte do interior com a praga dos eucaliptos, vamos agora destruir o resto com plantações de painéis? Para, mais uma vez, dar lucros astronómicos a meia dúzia prejudicando as populações e o futuro das regiões? Apelo aos políticos, que elegemos para nos representar e defender, que parem este projecto e outros semelhantes que venham a aparecer. Há muitos locais onde colocar painéis: todos os parques de estacionamento do país, todos os telhados, nos separadores das autoestradas... um aluguer simbólico destes espaços é uma solução que beneficiaria todos sem prejudicar a natureza e a biodiversidade que a transição energética é suposto proteger.
Olga C.Precisamos mas não devem estar todas concentradas no mesma região
Jorge .Há muitos telhados neste país para pôr painéis, não temos que dar cabo dos terrenos nem da paisagem
Carla L.Sou contra o projeto SOPHIA por acreditar que ele representa riscos ambientais, sociais e económicos que não foram devidamente esclarecidos. É fundamental priorizar o bem-estar da população, a preservação do território e a transparência em todos os processos. Peço que este projeto seja reavaliado com seriedade e responsabilidade.
Eduardo T.Contra a exploração. Fim ao Capitalismo!
José .Travar todos os atentados deste tipo é urgente ,a mineração do lítio também deve ser travada...
Maria V.O
Cátia .Preservem a nossa natureza, preservem Portugal
Maria R.Pela Terra, pelo respeito de todos os seres vivos, contra aqueles que nada respeitam em prol do vil metal.
Alfredo .Que infelicidade ainda termos governantes completamente ignorantes.
Filipa S.Eu, como cidadã, venho por este meio demonstrar o meu desagrado e a minha preocupação quanto a instalação de fotovoltaicos na nossa região da Beira Baixa, visto que a mesma irá causar riscos ambientais, sociais, económicos e bastante significativos para a nossa zona. Temos uma vasta paisagem natural e agrícola, donde maioritariamente da nossa população sobrevive da mesma, pelo que a instalação destes "monstros" irá causar a perda da nossa agricultura tradicional , como ainda a perda da biodiversidade e habitats naturais. Além do mais, irá gerar um impacto negativo no que diz respeito ao património paisagístico, pois estamos a falar de uma ocupação completamente excessiva de solo rural e agrícola. Esta atitude traz assim inúmeros impactos negativos, mais do que benefícios, sendo que a transição energética é um fator essencial, mas devem ser adotadas outras alternativas que não destruam o que é nosso e que não prejudiquem a nossa comunidade local. Por fim, reforço a ideia de respeitem o valor ambiental.
Maria .Preservem a natureza, não a destruam, não destruam Portugal
Maria .Ponham os painéis nos telhados ou noutros sítios que não prejudiquem pessoas, animais, paisagem, agricultura
Daniel P.Hectares de painéis nunca será uma floresta
Fernando A.Este tipo de progresso desenrola-se segundo interesses de lucro, de ganância pessoal. Os cidadãos perdem muito mais do que ganham, a natureza,o ambiente onde nos movemos, definha e perde capacidade de regeneração.
jeanne m.SOPHIA, uma mega central solar prevista para mais de 3.500 hectares entre Fundão, Penamacor e Idanha-a-Nova. Apesar de defendermos a transição energética, esta proposta não cumpre critérios mínimos de sustentabilidade ecológica, territorial ou social, acarretando impactos negativos considerados significativos e irreversíveis no próprio Estudo de Impacte Ambiental. O projeto destrói e fragmenta habitats valiosos, corta corredores ecológicos essenciais e ameaça espécies protegidas comoCegonha-preta, Abutre-preto, Águia-imperial e flora rara, como a Bufonia macropetala. Prevê ainda o abate de sobreiros e azinheiras e a impermeabilização de centenas de hectares que ficarão totalmente inacessíveis à vida selvagem. As compensações propostas não repõem a perda de ecossistemas maduros e complexos, que demoram muitos anos a desenvolver. As comunidades locais seriam também gravemente prejudicadas: perda da paisagem atual, intrusão visual, desvalorização do território, riscos para pequenos negócios de turismo/agricultura que estavam a registar crescimento, e ainda a ausência de benefícios claros. Esta não é uma transição energética justa, mas uma artificialização massiva do território.
Fernando S.Parem este crime ecológico feito em nome de uma suposta energia verde

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