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A opinião e razões dos signatários da Petição: Queremos as nossas remunerações de volta, para Presidente da Assembleia da República

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Maria R.Uma choldra,meninos!!!!....
Teresa D.Nem dinheiro para os cuidados de saúde tenho, pois o meu agregado familiar tem dois filhos.
Isabel B.Cortes e mais cortes... Uma autêntica vergonha para quem descontou anos e anos, como foi o meu caso também e que pensou ter uma vida sem sobressaltos após a reforma. Não há direito e isto não pode acontecer!
pensar m.primeiro pedir para os mais nessecitados que recebem menos ou pouco mais de 200 euros mes
ELSA M.QUEREMOS, MERECEMOS.
Edy T.Concordo e apoio
José R.Enquanto se corta nas reformas e pensões não deixa de haver dinheiro a rodos para os bancos, grandes grupos financeiros e para os políticos sobretudo dos partidos do governo. É a "democracia" que nos querem impor!
Orlando F.Os meus descontos, quer para a Caixa Geral de Aposentações e Segurança Social, ao longo de 43 anos nunca baixaram. Sempre tive de descontar 14 salários por ano. Já fui e continuo a ser ROUBADO sem que os ladrões, mesmo conhecidos, sejam condenados. BASTA!!!!!!!!!!!!!!
Rosa G. Quero as minhas remunerações de volta, é um direito adquirido ao longo de muitos anos de trabalho e luta. Não me roubem mais...
maria c.Devolvam o que me roubaram
Jose D.Não nos roubem mais, estamos fartos de tanto ladrão
Belmiro L.Força. Há que correr com esta canalha. Precisamos de novas políticas, nova democracia, nova gente; de um novo partido REGENADOR.
José G.Pagamos 10 crises e descemos 40% o nosso poder de compra enquanto o PIB cresce 1%, esta é a política em voga na grande nação neo-liberal...acabar com a classe média....! Muito inteligente....
Policarpo P.Depois de recuperar todas as pensões pagas a quem não contribuiu, e são muitas (3 pr's, ministros, deputados e outros cargos público partidários, câmaras, juntas, pensões mínimas a quem não justifique carência, gente das empresas públicas, banco de Portugal, CGD, falsas fundações e outros), provavelmente não haverá necessidade de fazer cortes nas remunerações de quem trabalha para o engrandecimento do país e pensões que correspondam a regimes contributivos completos.
Jose C.Direito à indignação artº 21 Constituição da Républica
Fernando G.Os salários sãoum nosso direito que não pode ser alterado arbitrariamente.
Carlos R.Os funcionários públicos assumiram o compromisso de "Ajudar" o país desde o primeiro momento ao sermos afectados por cortes salariais que politicamente foram considerados temporários até de 2014, e que devem estar presentes na vida pública portuguesa pois foi uma "ajuda" forçada que os funcionários públicos abnegadamente interiorizaram como necessária, mas de cuja devolução não podem abdicar sob pena de pormos em causa os princípios de verdade, confiança e legalidade que nos regem O País não é dividido entre Funcionários Públicos e outros, e o papel do Estado é essencial em qualquer sociedade moderna e democrática Somos todos portugueses e sempre soubemos agir e reagir quando o País de nós precisa, e a elevação ética, moral e cívica que temos evidenciado neste período de austeridade é um exemplo para todos aqueles que erradamente nos consideram os responsáveis da crise, mas que na verdade carregam indiferentes, anos a fio, de politicas e acções irresponsáveis que conduziram a estes resultados É bom não esquecermos o passado, reflectirmos sobre o presente e actuarmos com seriedade e ponderação no futuro que se avizinha, pois há que garantir o nosso futuro o das novas gerações.
Isabel C.Só posso concordar!
clara s.não esquecer!!!!
José M.Apoio totalmente.

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