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A opinião e razões dos signatários da Petição: Pela estabilidade profissional e pela valorização das condições de trabalho dos Coordenadores, Adjuntos, Docentes e Leitores do Ensino de Português no Estrangeiro (EPE), para Assembleia da República

NomeComentário
André C.ex-leitor de Língua Portuguesa / ex-director do Centro de Língua Portuguesa de Belgrado
Luis .????
Fernanda ..
Lina R.Em prol de todos os agentes educativos, fundamentais, no processo de ensino e aprendizagem da Rede EPE.
Maria L.Filhos nascidos e a estudar no pais estrangeiro
odilia r.A lingua portuguesa é muito importante e nao a podemos deixar morrer por falta de dinheiro
José .Pela nossa Língua
Paula M.Não concordo
Digna L.Sou da Venezuela
Maria .Não posso estar de acordo o que pretendem fazer, pretendo a continuação do ensino do português
João C. A estabilidade e valorização dos docentes são essenciais para um ensino de qualidade.
Sila P.Como residente nos EUA há 40 anos tenho visto como é importante o trabalho realizado pelos coordenadores do ensino do Português junto das comunidades. E vivo numa área com uma grande comunidade portuguesa e onde se verifica um grande interesse por aprender Portugués.
Paulo M.Como estou a viver no estrangeiro, manter a lingua e cultura Portuguesa é super importante
Joana C.Pela defesa da promoção da nossa língua e cultura além fronteiras!
Maria M./
Filipa .Como Portuguêsa no Estrangeiro é me extremamente importante ter o apoio do ensino português para os meus filhos, uma vez que sozinha não é possível transmitir a cultura e a língua portuguesa com a mesma eficácia e qualidade.
Paula M.É muito importante ter mais escolas Portuguesas no estrangeiro para as que as criancas aprendam um pouco do portugues e da cultura de Portugal
Ana S.Somos pela continuação do ensino português no estrangeiro, principalmente na suíça.
ENGRÁCIA G.O País tem perdido muitos jovens para a emigração, sendo boa parte deles profissionais qualificados que os pais e o País formaram e que não ficaram por falta de oportunidades que os satisfaçam e os realizem. A maioria destes jovens acabam por constituir família com jovens naturais dos países para onde emigraram e encontraram as oportunidades profissionais que ansiavam. Os filhos deles têm como língua mãe a do país onde nasceram e segunda língua o português, sendo este muitas vezes ensinado em turmas com professores portugueses especializados e pagos pelo Instituto Camões. Muitos desses professores têm de se radicar no país para onde foram contratados, tendo despesas de instalação e de alojamento, além das relativas à deslocação pelo território para cobrir as turmas que funcionam em localidades diferentes. A manutenção do ensino do Português no estrangeiro carece de estabilidade e do financiamento devido e continuado. A atual revisão da legislação portuguesa sobre este ensino agrava em vez de melhorar as condições deste serviço e de remuneração destes profissionais. Assim, no mínimo, devem manter-se a legislação atual e as condições remuneratórias atuais destes professores.
João R.Uma desilusão, governo Obsuleto.

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