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Intervenção diplomática urgente para garantir a segurança dos ativistas e da embarcação humanitária Madleen
, para Primeiro-Ministro Luís Montenegro, Ministro dos Negócios Estrangeiros Paulo Rangel
Nome
Comentário
Daniel .
Parem o GENOCÍDIO, libertem os activistas , façam alguma coisa, não sejam co autores desta atrocidade.
M.Margarida M.
Ajudemos nesta luta justa contra a miseria humana q se passa em Gasa.
Inês L.
Liberdade à palestina!
Emília .
Soltem os activistas
Rui .
Quero apoiar.
Joana .
.
Joana .
Queremos PAZ
Daniela D.
vamos ser humanos <3
Catarina .
Nada do que se está a passar em Gaza é normal! Temos que parar isto. O exercíto Israelita tem que ser parado!
Débora O.
Palestina livre!
Ana M.
Até quando esta conivência com os atos bárbaros, terroristas, do estado de Israel? Basta. É urgente Portugal, bem como todas as restantes nações, mudarem a sua posição neutra. Sequestrar cidadãos em águas internacionais é crime e viola o tratado com Genebra. Porque não se está a fazer nada em relação a isto!?
Mariana .
Exmo. Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros, Eu,.................................................., cidadã portuguesa, venho por este meio expressar a minha profunda preocupação com a situação humanitária na Faixa de Gaza e apelar a uma ação decisiva por parte do Governo português. A recente partida da Flotilla Madleen, que incluía a ativista Greta Thunberg e outros 11 defensores dos direitos humanos, visava entregar ajuda simbólica e chamar a atenção para a crise humanitária em Gaza. Todos sabíamos que esta missão enfrentava riscos significativos, incluindo a possibilidade de interceção por parte das autoridades israelitas e que veio, de facto, a tornar-se uma realidade. Neste contexto, solicito respeitosamente que Portugal: 1. Reconheça oficialmente o Estado da Palestina, alinhando-se com os 142 países membros da ONU que já o fizeram. Tal reconhecimento reforçaria o compromisso de Portugal com a justiça e os direitos humanos, contribuindo para uma solução pacífica baseada na coexistência de dois Estados. 2. Apoie diplomaticamente a Flotilla Madleen, instando as autoridades israelitas a libertarem os ativistas e a permitirem a sua passagem segura, assi
Catarina B.
Carta ao Ministro dos Negócios Estrangeiros Exmo. Senhor Ministro dos Negócios Estrangeiros, Eu, Catarina Nobre de Araújo Branco, cidadã portuguesa, venho por este meio expressar a minha profunda preocupação com a situação humanitária na Faixa de Gaza e apelar a uma ação decisiva por parte do Governo português. A recente partida da Flotilha da Liberdade, que inclui a ativista Greta Thunberg e outros 11 defensores dos direitos humanos, visa entregar ajuda simbólica e chamar a atenção para a crise humanitária em Gaza. Esta missão enfrenta riscos significativos, incluindo a possibilidade de interceção por parte das autoridades israelitas . Neste contexto, solicito respeitosamente que Portugal: 1. Reconheça oficialmente o Estado da Palestina, alinhando-se com os 142 países membros da ONU que já o fizeram. Tal reconhecimento reforçaria o compromisso de Portugal com a justiça e os direitos humanos, contribuindo para uma solução pacífica baseada na coexistência de dois Estados. 2. Apoie diplomaticamente a Flotilha da Liberdade, instando as autoridades israelitas a permitirem a passagem segura dos ativistas e da ajuda humanitária destinada a Gaza, em conformidade
José .
Pedir ajuda pela Palestina não resultou, estamos a pedir ajuda pelos ativistas desta vez. Por favor, uma voz que se faça ouvir ??
Ana .
Palestina livre ???
Sara .
Portugal não pode ser cúmplice de um sequestro!
Ângela .
O governo português tem de agir em defesa do povo palestiniano!
Romana S.
LIBERDADE!!! Para os ativistas e para o povo palestiniano!!
Sofia B.
Palestina Livre
Mariana F.
Ao interceptar o Madleen em águas internacionais, Israel cometeu não apenas ilegalidade marítima, mas também um crime de guerra: prendeu civis não armados, entre eles Greta Thunberg, Rima Hassan e Sergio Toribio, que levavam ajuda humanitária protegida pelo Direito Internacional Humanitário.
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