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A opinião e razões dos signatários da Petição:
Justiça e Proteção para as crianças e jovens nos Tribunais em Portugal
, para Exmo Senhor Presidente da Assembleia da República; Primeiro-Ministro, Ministerio da Justica, Presidente da Republica, Procuradoria Geral da Republica, Partidos politicos Portugueses
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Comentário
Vi K.
Sou uma estrangeira que vivo nos Acores com guarda partilhada
Lídia .
É indecente, que os tribunais só decidam fazer alguma coisa, quando já não há nada a fazer...
Bárbara .
Um terror este tribunal, tanto para as mães como para as crianças!
Brisa o.
Pelas minhas filhas, por uma delas que foi abusada sexualmente por um português e por eu ter perdido a guarda dela pois a Nij diz que ela não vai ser feliz comigo e que eu tenho a culpa pelo abuso e por colocarem em causa que a filha que tenho em comum deve visitar o agressor só por ser o pai. A criança só tem 3 anos e a que foi abusada era minha filha não dele.
Maria M.
Sim pela verdadeira Justiça,pela verdadeira defesa das crianças!!
Lylaine B.
Sou vítima de violência doméstica com três menores e sou acusada de alienacao parental pelo tribunal de menores dê pombal.
Alayne C.
Há na legislação portuguesa uma intenção clara de proteger os direitos da criança. No papel, o menor ocupa um lugar central, inviolável, digno de cuidado e salvaguarda. No entanto, entre o que a lei proclama e o que o sistema pratica, subsiste um hiato profundo, sustentado por normas arcaicas, interpretações rígidas e uma incapacidade estrutural de reconhecer formas contemporâneas de violência. A omissão, o abandono emocional, o silêncio punitivo, a negligência afetiva e a manipulação psicológica continuam, em muitos contextos, fora do alcance efetivo da penalização. São abusos difíceis de provar, mas não menos reais. Produzem danos prolongados, sobretudo em crianças pequenas, cuja dependência absoluta exige mais do que a mera ausência de agressão física. Exige presença, estabilidade e responsabilidade. Quando essas falhas não são reconhecidas como violência, o sistema acaba por legitimar o sofrimento. Neste cenário, mães em situação de vulnerabilidade tornam-se duplamente expostas. Não apenas enfrentam a precariedade material, a solidão e a sobrecarga emocional, como também são frequentemente descredibilizadas pelas próprias estruturas que deveriam protegê-las.
Beatriz .
JUNTOS SOMOS MAIS FORTES! ??
Cátia .
É necessário rever o conceito de superior interesse da criança. Porque por vezes o superior interesse da criança pode ser precisamente afastar-se de um progenitor. As crianças devem ser protegidas e não expostas a pessoas e situações que possam representar perigo. Os processos de regulação das responsabilidades parentais têm obrigatoriamente de ir mais a fundo e de ser vistos com sentido crítico e não tratados em modo automático.
Rahima A.
Este assunto é MUITO URGENTE!
Rosalina .
Protejam as crianças !!!!
Maria .
Venho dar meu apoio porque vi nas instituições e situações não são verdades roubam crianças mães com mentiras para sustentar essas instituições viver apoios do estado pois uma mãe da luz com amor bem precioso para depois virem com mentiras que essa mãe não tem amor e cuidados com filho Por esse muitas mulheres não querem ter filhos para não virem sofrer para ser retirados P
BRUNA .
Que se faça justiça para as mães que lhes foram retiradas injustamente os filhos
Sandra A.
É lamentável o que se continua a viver em tantas familias por este país. Uma grande maioria de mães vivem dias de desespero para criar os seus filhos sozinhas porque os pais acham que não têm obrigações. O que se passa nos tribunais?? Porque é que os juízes não analisam os casos individualmente e fazem justiça???? É triste. É revoltante! As mães vão a tribunal agir em nome dos filhos e ainda são tratadas mal e julgadas. É urgente mudar isto!
Alexandre R.
Absolutamente justos os objetivos que a petição pretende alcançar. A união faz a força.
Helena f.
Que justiça seja feita... É inadmissível o tempo que demora e a injustiça da dita justiça
Soraia .
As decisões devem ser revistas ao fim de algum tempo para serem ajustadas com a realidade das idades das crianças, pois o que é decretado hoje pode vir a ser diferente daqui por um ano. Comportamentos mudam dos adultos e crianças. Um acompanhamento anual de acordo com a realidade. Assim como o valor da pensão deve existir cruzamento de dados com segurança social e finanças para que a mesma seja dada de acordo com os rendimentos e para quem dedica mais tempo aos filhos.
Soraia A.
Assunto urgente e da máxima importância. Por favor, ouçam-nos!
Elsa .
As crianças têm que ser protegidas, sempre.
sandra .
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