A todos os que assinaram, divulgaram e apoiaram esta petição, deixo um agradecimento sincero e profundo.
Cada assinatura representou mais do que um número: foi um gesto de cidadania ativa, de defesa dos jovens e de recusa em aceitar como normal aquilo que é, objetivamente, insustentável.
Infelizmente, apesar desta mobilização clara e inequívoca da comunidade, a realidade mantém-se:
os jovens continuam a treinar longe de Coimbra, em condições precárias, com custos físicos, emocionais e financeiros suportados quase exclusivamente pelas famílias. A ausência de respostas estruturais e de soluções dignas confirma que o problema não é pontual — é institucional.
Esta petição não encerra o problema. Pelo contrário, deixa um registo público, documentado e coletivo de que os pais, os atletas e a comunidade não estão em silêncio nem resignados. O que aqui ficou escrito e subscrito não pode ser ignorado sem consequências.
O futuro do desporto de formação, a segurança dos jovens e a responsabilidade das instituições não são temas secundários. São uma obrigação moral e pública.
A todos os que estiveram deste lado, obrigado.
Aos que têm poder de decisão, fica o dever de agir.