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Petição para a introdução de módulo sobre Alimentação Macrobiótica, no currículo de ensino público e no Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar.

Para: Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República; Primeiro Ministro; Ministro da Educação; Ministra da Saúde

Tal como a dieta mediterrânica, a alimentação macrobiótica reúne benefícios que contrapõem os problemas de saúde mais emergentes, consequências de maus hábitos e excessos dos nossos dias. Só com informação sobre estas boas práticas alimentares, podemos escolher uma alimentação mais saudável e recolher os seus benefícios.

Na área da educação da saúde alimentar, infelizmente não dá importância à Macrobiótica, que é uma “ciência natural”. Resulta da observação empírica das reacções do corpo a cada alimento.

Os animais selvagens, sem saber de proteínas, aminoácidos, cálcio, vitaminas ou potássio, etc., seguem a vida orientada pela natureza que os criou. Não precisam de veterinários, procuram o equilíbrio naturalmente e completam as suas vidas de forma saudável.

Como podemos observar nas diferentes formas dos bicos das aves, aptos para os alimentos adequados para cada animal. Os pássaros que vivem na beira da água têm bicos compridos e apanham peixes. As aves de rapina têm bicos curvados e afiados, eficientes a rasgar carne. Eles seleccionam os alimentos próprios, não tocam em alimentos fora da sua dieta e completam as suas vidas saudáveis, como a natureza os criou.

Como nos pássaros, a nossa dentição é uma ferramenta equivalente. Temos um total de 32 dentes, na parte de trás da boca, 20 molares para moer cereais (cereais integrais). À frente temos 8 dentes incisivos em forma de faca, para cortar vegetais, 4 em cima e em baixo. São 28 dentes, os 4 que faltam são os caninos, indicados para carne. São estas então as proporções certas, que devemos respeitar quando escolhemos os nossos alimentos.

Ao fazer massa de cimento, pó de cimento é o principal ingrediente, seguido do catalisador e fixador, areia e água. É necessário saber combinar as proporções certas para fazer uma parede forte e sem rachas.

Assim os trinta e dois dentes distribuídos da seguinte forma.
• 20 Molares apróx.70% para cereais,
• 8 Incisivos apróx. 20% para vegetais,
• 4 Caninos apróx.10% para carne.

Mas em Portugal observo que não se respeitam estas proporções come-se:
• 70% Carne.
• 20% Vegetais.
• 10% Cereais refinados.

Ideal para o clima Português, seria uma alimentação com:
• 40% Cereais integrais,
• 30% Vegetais biológicos,
• 20% Proteínas, leguminosas, algas marinhas, peixe branco ou carne de aves,
• 10% Frutas da época e ricas em anti-oxidantes.

O ideal seria ensinar a personalizar a nossa dieta, pelo clima, região, idade, sexo, actividade, tipos de corpo, estado de saúde, etc.

Com uma alimentação equilibrada e personalizada estaríamos mais perto de hábitos saudáveis, seguindo uma dieta saudável, estaremos no caminho certo!

A saúde não se resume a não tomar remédios ou ter força muscular, ela começa na alimentação. A verdadeira saúde é ter as funções do organismo em pleno, o que favorece as forças invisíveis de capacidade como: instinto, pressentimento, memória, paciência, tolerância, intuição, inspiração, serenidade, caridade, harmonia, resistência, reflexos, etc.

Com uma alimentação equilibrada, as notas escolares nacionais subiriam em flecha, e a produção nas empresas também. Sem doenças não seriam necessárias tantas baixas médicas, haveria aumento do vigor no trabalho e consequentemente aumentaria o rendimento nacional.

Devemos dar aos adultos de amanhã, toda a informação possível para que façam boas escolhas na sua alimentação e na sua saúde.

Endireita-se a árvore enquanto é pequena.

Por isso esta petição defende que deve ser discutido, avaliado na Assembleia da República Portuguesa, e a ser implementado pelo Ministério da Educação e Direcção Geral de Saúde, a inclusão de informação sobre Alimentação Macrobiótica no currículo de ensino nacional, assim como no Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar.



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