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Ajude Odemira a não se asfixiar no plástico das estufas

Para: União Europeia, Ministro da Administração Interna, Secretário de Estado das Infraestruturas, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional, Secretária de Estado do Turismo, Secretário de Estado da Economia, Secretário de Estado das Autarquias Locais, Ministra do Mar, Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural, Ministro do Ambiente, Ministra da Saúde, Ministro Adjunto e da Economia, Ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ministro do Planeamento, Ministra da Saúde, Ministro do Ambiente e da Transição Energética, Ministro das Infraestruturas e Habitação,

O concellho de Odemira, rico em biodiversidade, com praias e paisagens de cortar a respiração está em perigo de desaparecer e em pouco tempo. O grande desenvolvimento levado a cabo pelas grande empresas e multinacionais de produção agrária está a levar o concelho a um ponto de rutura que poderá não ter volta atrás. O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, um dos maiores parques nacionais de Portugal e um dos mais elegantes pela biodiversidade que disponibiliza aos seus habitantes e turistas, está em perigo de desaparecer, assim como a sua fauna e flora. Os recursos naturais do concelho não tem capacidade de resposta para um aumento exponencial na produção de produtos hortícolas, as infraestruturas não são suficientes para dar resposta à grande vaga de imigração no concelho, prejudicando não só os seus habitantes, o turismo e a biodiversidade do concelho.
Um concelho que vive principalmente do turismo vê esta exploração agrícola intensiva como um problema que não tem fim à vista. São muitos os turistas que se queixam de ver plástico e mais plástico (das estufas) quando apreciam a natureza no seu lado mais saudável. E se pensa que junto às praias, consideradas como umas das melhores do país, não há esse problema então está bem enganado. O plástico estende-se quase desde a serra de Monchique até à costa portuguesa do Parque Natural. Os imigrantes são mais que muitos e o concelho não tem resposta e nem capacidade para alojar tantas pessoas, que são exclusivamente contratadas para vir trabalhar nestes campos intensivamente. O descontentamento das populações locais é demasiado grande. Consegue-se notar o deterioramneto do ar, das fontes de água, da própria natureza em si. O que antes se tratava de um local pacato para passar uma boas férias, fosse na serra ou junto à costa, tornou-se num grande pesadelo para o concelho assim como para as populações que sofrem silenciosamente com esta degradação, a degradação das suas casas, dos seus terrenos, da sua vida.
Está na hora de mudar e apelamos para que a União Europeia intervenha neste caso para ajudar Portugal, um dos países mais apreciados pelos cidadãos europeus. Estão aqui em jogo a vida dos cidadãos portugueses, que pagam os seus impostos e que querem ver o concelho de Odemira verde e com a mãe Natureza a mostrar o seu lado. É isso que faz deste concelho único e muito procurado pelos turistas, que adoram cada canto que percorrem, a ouvir as ondas a bater nas rochas, os pássaros a chilrear nas árvores, os veados que habitam nestas florestas, assim como muitos outros animais, selvagem e intocável.
Dirigimos esta mensagem não só ao Governo português, mas a todos os Governos mundiais para que façam algo para que não aconteça o mesmo que se passa em Odemira. A União Europeia tem mesmo que se impor neste caso urgente de saúde pública.



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