Vamos parar! Portugal em forma de protesto
Para: Presidente da assembleia da República; Presidente da República
Vamos parar! Portugal em forma de protesto.
O movimento foi criado por um grupo de cidadão comuns, sem cores partidárias nem aspirações a tal. As nossas reivindicações são as mesmas da maioria dos Portugueses e visa alertar para ações governativas, deste e dos outros governos, que, entendemos, não estão ou estiveram a cumprir o estado Democrático e os direitos básicos dos cidadãos como descritos na Constituição Portuguesa.
Trata-se de um movimento cívico, sem violência cuja única intenção é manifestar as indignações de um povo.
Entendemos que os impostos que são cobrados neste país para além de serem elevados face aos rendimentos dos portugueses, são também são mal aplicados no estado social.
Não defendemos, nem atacamos ideologias raciais, nem de gênero, o nosso objetivo visa exclusivamente a corrupção e o uso dos dinheiros públicos não só para benefício dos cidadão, mas também por alimentar classes políticas, económicas é financeira.
Os impostos são cada vez maiores e os direitos e os serviços sociais, tais como a saúde, educação, justiça e segurança pública vão sendo esvaziados apesar do aumento dos impostos.
Os partidos com assento parlamentar, todos sem exceção tem responsabilidade e, nenhum deles cumpriu com as promessas que fizeram aos portugueses nas eleições em que participaram.
O movimento foi lançado no Facebook e já não é do grupo de pessoas que o iniciou, é de todos os que se têm mostrado disponíveis para transmitir as suas indignações.
Entendemos que as principais reivindicações são:
• Diminuição dos impostos (IVA,IRS,IMI Etc.)relacionados com os combustíveis, energia e bens essenciais. (Alimentação, gás, água e luz);
• Aumento dos ordenados mais baixos. Diminuição da carga fiscal para as empresas, para sustentabilidade do aumento dos vencimentos;
• Diminuição do poder negocial dos grandes grupos económicos, tais como as grandes superfícies, de modo a garantir a sobrevivência e todas as PME's responsáveis pela produção dos bens e serviços e que são as principais entidades empregadoras em Portugal;
• Diminuição dos encargos com toda a classe parlamentar ( viagens, subsídios de residência, Seguros de Saúde etc.).os mesmo encargos serão pagos ao preço comuns a todos os portugueses e de acordo com a capacidade da dívida pública, ou seja, quanto maior o endividamento do estado maior a redução dos seus benefícios;
• Dotação de meios e recursos para todos os profissionais de saúde, segurança pública e educação, de modo a melhorar os serviços sociais prestados a todos os portugueses;
• Manutenção de todos as empresas públicas dotando-as de recursos ao invés de pagar vencimentos absurdos aos seus gestores;
• Revisão nas parcerias público privadas danosas para o estado, com a devida responsabilização dos administradores públicos responsáveis;
• Dotação de meios e recursos para o ministério público e sistema judiciário de modo a combater a corrupção em Portugal;
• Igualdade de tratamento pela justiça aplicando a lei de forma imparcial, não beneficiando qualquer classes;
• O critério para atribuição de pensões e subsídios deve ser igual para todos os portugueses, sem beneficiar qualquer cidadão português especialmente os da classe política, devendo diminuir os valores elevados que não obedecem aos mesmos critérios da maioria dos portugueses e aumentar as reformas mais baixas;
• Atribuição de subsídios aos que realmente comprovem deficiência e doenças, que impossibilitem uma atividade profissional, aumentando o valor dos mesmos;
• Igualdade nos direitos para todos os portugueses, pois não existem portugueses de 1° e portugueses de 2°;
• Responsabilização dos administradores públicos que façam uma gestão danosa dos dinheiros e património do estado obrigando os mesmos a pagar os prejuízos.
• Obrigar os grandes administradores financeiros a assumir e a pagar aos prejuízos que, deliberadamente induziram, não utilizando os dinheiros públicos, como foi o caso da falência dos bancos;
• Os organismos / empresas públicas e entidades reguladoras devem ser geridas por pessoas com competência comprovada e não pela cor política;
• Maior controle das contas públicas pelo tribunal de contas e o tribunal constitucional, com encaminhamento das irregularidades para a justiça;
• Referendo nacional aguardando a assinatura de tratados internacionais importantes tais como o pacto global para a migração segura, entre outros, assim como de todas as leis que possam vir a beneficiar pessoas, partidos, empresas e IPSS;
• Tratamento de igual para todos os portugueses pelo sistema fiscal não beneficiando as grandes empresas ou grupos sociais isentando os de cumprir e pagar impostos, coimas ou juros;