MEO - EVITAR TRAGÉDIAS
Para: MEO; Governo de Portugal; ANACOM;
Antes de mais, nota-se que o pessoal já se encontra cansado e desiste, mas desistir nunca é solução e se realmente pretendemos ajudar quem precisa, está na hora de reportarmos.
Em pleno século XXI, onde surgem constrangimentos todos os dias torna-se inaceitável a postura da MEO perante casos de urgência e muito mais quando trata-se em habitações de idosos.
O que consideramos casos de urgência? Uma pessoa isolada, com problemas de saúde, e não tem o serviço para despoletar um único alerta de emergência.
Quando existe um problema, exige-se uma classificação do problema de acordo com a sua urgência, pois certamente que se trata de um problema com impacto na vida das pessoas.
Imagina-se um casal de idosos, isolado numa freguesia pequena, e sem serviço MEO que trata-se apenas do serviço que possibilita a ligação com as restantes pessoas.
Infelizmente, e hoje na vida, apenas dão atenção a estas situações quando acontecem as tragédias. Ainda recentemente, uma idosa ficou com problemas no serviço MEO e depois aquando do incendio não tinha meios para um alerta.
Infelizmente, hoje o serviço MEO tem 1 papel crucial na vida das pessoas, mas também tem porque eles tem monopólio de tudo (tv, internet, telefone).
Uma urgência, pessoas com dificuldade de saúde, e 64 horas sem sinal de vida da MEO.
Os seres humanos são tratados como…
Muito mal.
Este tipo de empresas apenas se preocupa com pessoas para a fotografia, ou vantagens fiscais, porque na realidade quando alguém precisa deles, pouco ou nada fazem.