Contra a supressão de descidas/subidas nas Directas da RL
Para: Rodoviária de Lisboa, Câmara Municipal de Loures, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Junta de Freguesia de Bucelas
Desde o dia 2 de Março todas as carreias directas efectuadas pela RL deixaram de efectuar um serviço completo, ou seja, deixaram de realizar entradas e saídas de passageiros na maior parte das paragens a que as mesma estão afectas.
É inconcebível que uma autocarro pare numa paragem para largar passageiros, mas que os passageiros que estão nessa mesma paragem e que vão para esse destino, não possam usufruir da mesma, quando não causa incomodo nenhum.
Esta política de restrições só vem dificultar o dia-a-dia dos clientes que utilizam as directas para se deslocarem entre os percursos, devido à reduzida oferta, especialmente nas horas mortas, das carreiras suburbanas.
Segundo a RL o motivo para tal surge deve-se ao facto de as directas tenham como função "...assegurar uma ligação directa, rápida e confortável aos Clientes que têm como destino a cidade de Lisboa." e que para tal têm que realizar restrições, mais afirmam que "...esta restrição não é nova, pois as carreiras 333 e 344 quando foram criadas, não permitiam qualquer tipo de deslocação interna...". Esta afirmação é uma injustiça e uma descriminação, estando literalmente a diferenciar os passageiros, pois no caso da 344 os passageiros do Infantado podem sair e entrar livremente, ao contrário da restante "ralé", sendo o percurso pelo Infantado a razão pelo qual a 344 não é confortável (lombas) não é rápida (perde no mínimo 5 min adicionais, e tem 4 paragens desnecessárias o mesmo número de paragens que o restante percurso) e não é directa pois ao deslocar-se pelo meio do Infantado perde a ligação directa que tinha antes. é de notar que os autocarros foram diminuídos nas urbanas e que o Infantado têm uma directa própria que serve unicamente aquela população.
Referem ainda que "Estas carreiras sobrepõe-se a outras em termos de percurso e por vezes até de horários, sendo por isso uma alternativa e não um complemento de oferta.". Esta informações está erradas pois muitos passageiros utilizam as directas como única alternativa para se deslocarem para determinados locais que têm poucos transportes.« e em que as directas são utilizadas como solução e não complemento.
A população está contra o declínio do serviço público rodoviário e exige um retorno das normais funções das directas!
|
Assinaram a petição
84
Pessoas
O seu apoio é muito importante. Apoie esta causa. Assine a Petição.
|