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Campanha de formação que visa proteger todos os Peões, de atropelamentos em passadeiras !

Para: [email protected]

Exmos. Srs.

Vamos salvar vidas nas passadeiras, ensinando comportamentos defensivos básicos ao peão, que todos os dias atravessa um meio perigoso que não conhece, dando lhe a conhecer as armadilhas de trafego, e criando uma ponte de comunicação á retaguarda entre condutores que sinalize a situação de Peões em marcha na passadeira!
Em forma de sintese, pretendo demostrar com esta campanha, que podemos reduzir grandemente os atropelamentos em passadeiras, informando todos os peões das situações em que se encontra oculto ao trafego e de certas posições de vigia que deve fazer, e informando os condutores da importância de se criar um sinal de alerta junto ás passadeiras, quando existe uma situação potencialmente perigosa de peões ocultos em marcha, que devem utilizar os 4 piscas, em situações em que se imobilizam de forma brusca por cedência de passagem ao peão, informando desta forma os seu precedentes da situação de peão oculto que obriga a condicionamento transversal em todas as faixas de rodagem, bem como situações em que veículos pelo seu porte, sendo carrinhas ou pesados, estejam a ocultar a 100% o peão, informando também com os 4 piscas, ou ainda em situações em que o condutor que cede passagem sente que o peão corre risco de ser colhido na faixa seguinte eventualmente por falta de comportamento defensivo, ou ainda pelas atuais circunstancias de trafego vivo.

O problema é sempre o mesmo, um peão sem comportamento defensivo aliado a um condutor menos prudente vai dar sempre acidente, o peão está quase sempre oculto a condutores á distância.
É preciso compreender, que há milhares de passadeiras e as marcas brancas á distancia nem se veem, o sinal vertical pode até ver se, mas a cultura automobilística não abranda cada vez que avista um sinal ao longe, é preciso compreender que quase nenhum condutor abranda em passadeiras que parecem vazias ao longe, e a situação sempre se vai repetir, condutores que em cima da hora se apercebem que afinal á peões em marcha ( que entretanto saem da posição oculta).
A minha ideia base é de que um soldado treinado ( que sabe detetar onde estão as minas), terá maior possibilidade de sobreviver a atravessar um campo minado, do que um soldado sem treino. Daqui surgiu esta ideia, de dizer o toda a verdade que está por detrás de um acidente de atropelamento em passadeira e oferecer um novo tipo de formação a todos os Peões e Condutores.
Hoje vamos aprender como um soldado treinado, nesta guerra entre veículos e peões, e em certas posições de vigia consegue evitar uma bala perdida, e simultaneamente mostrar bandeira branca e desarmar o inimigo, munido de uma arma de calibre de uma tonelada ou mais, e aqui estamos a falar de combate de proximidade, de uma luta corpo a corpo, porque provavelmente fazemos muitas travessias inofensivas, em que estamos fora do alcance de fogo inimigo e facilmente controlamos o trafego á distancia, e tudo isso cria em nos a ideia que é fácil e não há perigo. Hoje vamos estudar o caso em que o inimigo está muito próximo e o perigo é bem real.
Hoje vamos perceber que quando entramos na passadeira e um veículo se imobiliza e nos cede passagem, vamos entender que inconscientemente até nos sentimos levados a atravessar rápido porque estamos a criar um embaraço a esse veículo, mas depois do curso tirado, vamos perceber que o veiculo na faixa seguinte nos pode criar um embaraço muito maior para o resto da vida.
Vamos perceber que se vamos sair ou apanhar o autocarro e estamos com pressa, podemos correr em qualquer lado, menos na passadeira que se encontra junto a ele, porque em apenas um segundo de marcha cega nos pode colocar em linha de fogo inimigo, então se tiver mos de perder o autocarro, que assim seja, podemos apanhar o próximo, não podemos é apanhar uma segunda vida. Vamos perceber que durante uma travessia perigosa, se formos com um amigo não lhe vamos poder dar tanta atenção ( e vamos protege lo também ), porque vamos estar atentos às linhas de fogo e temos posições de vigia a fazer.
Vamos perceber que muitas vezes entramos na passadeira já camuflados até por veículos que estacionam junto às passadeiras ou em 2 fila, e vamos aprender a defender nos.
Vamos aprender como pode salvar a sua própria a vida, enquanto peão, e salvar a do próximo enquanto condutor. Não vai ter vergonha de girar constantemente a cabeça para vigiar constantemente o inimigo, e parecer um tolinho, pelo menos é um tolinho que sobrevive, vergonha deve-mos ter por todos os dias abrir mos o jornal e ver-mos que mais uma batalha aconteceu, muitas vezes envolvendo crianças e pais, e adolescentes, vamos mover nos por esta causa.
Depois do curso tirado podemos inclusive ajudar o próximo, acordar os soldados mais vulneráveis, alerta los e acorda los do estado hipnótico, da marcha cega, e vamos perceber que a guerra vai acabar, afinal veículos e peões estavam quase todos do lado da paz (porque há obviamente alguns comportamentos do condutor ilegais junto ás passadeiras, mas o peão entre ter a razão jurídica ou ser atropelado vai preferir defender se), só não estavam habituados a comunicar.
Vamos deixar de ver a anarquia arrepiante que hoje existe em torno das passadeiras, em que todos notamos que o perigo é eminente, para passar mos a ver segurança, harmonia e comunicação entre veículos e peões.
Afinal cerca de 1/4 das vitimas mortais nas estradas são precisamente peões e 40 % são em passadeiras, depois é multiplicar os feridos graves por 3 a 4x (sobre as mortais), e teremos um numero assustador de vitimas (sem contar ferimentos ligeiros que mesmo esses podem gerar algum grau de incapacidade para sempre), e as vitimas são crianças, adolescentes, adultos, idosos, ou seja, é transversal a todas as idades, dai que é importante passar esta mensagem a todo o cidadão, porque já assisti a demasiadas situações de perigo de atropelamento eminente, e inclusive vários atropelamentos consumados até com vitimas mortais, e depois de muitos anos a pensar nesta problemática, conclui que a única forma de minimizar esta carnificina, é mesmo ter a consciência de que os peões (que somos todos nos), necessitam obrigatoriamente de conhecer esta explicação técnica de comportamento preventivo ao atravessar uma passadeira.
Então se sabemos de toda a dificuldade em mudar os comportamentos de risco dos condutores, se pelo menos apostar mos forte nesta campanha especialmente direcionada aos peões, poderemos diretamente estar a reduzir grandemente esta fatia de 25% de sinistralidade.
Se numa fábrica industrial existe formação de prevenção de acidentes de trabalho a todos os trabalhadores com vista á maior segurança de todos eles, pergunto, porque é que raio o cidadão comum não tem direito a ter também uma formação quando todos os dias atravessa um meio perigoso, cheio de armadilhas de trafego que não conhece?
Como é possível continuar mos a ver cidadãos a atravessar uma passadeira a olhar somente em frente, ou com fones, ou a correr, ou fixados no seu telemóvel, alheados completamente das ameaças de trafego e ninguém se revoltar contra este comportamento suicida? Por quanto mais tempo vamos deixar isto acontecer?
Vou mostrar como o problema de acidente nas passadeiras é tudo uma questão de comunicação entre peão e veículos, e entre os próprios veículos, e esta é a chave, o peão vai passar a conhecer as armadilhas de trafego, e o condutor vai aprender que no nosso veiculo temos um sinal que da para criar uma corrente de comunicação á retaguarda, com possibilidade de condicionamento transversal a todas as faixas.
Seguidamente vou apenas explicar o principal motivo por que acontecem os atropelamentos nas passadeiras, mas depois mais adiante irei acompanhar um diagrama em Anexo, onde explicarei uma das formas correta de efetuar uma travessia em passadeira.
Como peão assim que me é cedida passagem numa passadeira, e começo a atravessar a primeira faixa de rodagem, tenho de ter a consciência que estou oculto ao trafego que se aproxima á distancia, aos olhos dos condutores que se aproximam, pois simplesmente estou encoberto camuflado pelo primeiro veículo que me cedeu passagem.
E se estiver mos a falar de um primeiro veiculo que seja uma carrinha alta ou um pesado, ai com certeza estarei 100% fora de visibilidade de todos os condutores que o precedem, nessa ou em outra faixa de rodagem no mesmo sentido.
Então em cada uma das outras faixas de rodagem no mesmo sentido de trafego que faltam cruzar, estarei em permanente risco de atropelamento, porque quase sempre estou oculto aos olhos do condutores velozes que se vão aproximando da passadeira, nos segundos que demoro a atravessar uma faixa de rodagem (e em que estou simplesmente camuflado pelo veiculo que me cedeu passagem e se imobilizou), são os segundos necessários para um condutor á distancia (que á sua frente vê apenas mais veículos ou uma faixa livre vazia, e não me vê a mim) entrar em rota de colisão comigo no inicio da faixa seguinte.
Esta iniciativa surge no seguimento daquilo que vejo todos os dias, que são peões menos cautelosos, que apenas se preocupam que o primeiro veiculo lhes ceda passagem e logo depois apenas olham em frente no seu sentido de marcha como se sentissem em segurança por estarem numa passadeira, e numa passadeira não regulada por semáforos e em que temos de cruzar varias faixas de rodagem, este tipo de comportamento é completamente suicida, a curto medio prazo, porque como já disse, o próprio peão está em grande parte das vezes oculto aos olhos dos veículos que se vão aproximando da passadeira, e assim que o peão cruza uma nova faixa de rodagem, e esta está livre, temos de pensar que perante faixas de rodagem ocupadas, os demais veículos tendem a deslocar se pelas faixas de rodagem livres.
Então surge a situação mais frequente de atropelamento em plena passadeira, em que veiculo e peão entram em colisão, porque, o veiculo também menos prudente que o colhe, simplesmente vai alegar que não o estava a ver, e o peão nunca tinha pensado nessa situação.
Portanto penso que podemos por um lado salvar muitas vidas de peões menos prudentes, ensinando o a adotar um comportamento mais prudente, e por outro lado familiarizar os condutores menos prudentes para este tido sistemático de perigo de atropelamento eminente, contribuindo também para que os mesmos tenham uma especial cautela a cada aproximação de passadeira, pelo tal perigo de peão oculto, quando falo em peão claro que poderão ser um grupo de peões.
Estamos a falar de atropelamentos diários, que ceifam vidas, e que deixam as pessoas feridas com gravidade, isto acontece diariamente, e o mais revoltante é que grande parte destes atropelamentos podem ser evitados, obrigando condutores e peões, a pensar sobre este assunto, e dando lhe uma explicação técnica básica de como se pode minimizar a colisão entre veículos e peões.
Passo então a explicar o tutorial por minha experiencia elaborado de como atravessar corretamente uma passadeira não vigiada por sinais luminosos (embora eu siga as mesmas cautelas se forem controladas por semáforos), ver diagrama / imagem em ANEXO.

Tutorial na vertente do peão. Ver diagrama em:
https://drive.google.com/open?id=0B9bITqchf6FiMUtQbmFfUXB0YTQ
Visualizar Diagrama em INICIO de peão em marcha em passadeira
:o PARAR e Olhar a 90º á esquerda de forma permanente até perceber-mos que o veiculo A nos vai ceder passagem, e se o mesmo está a abrandar com o intuito de se imobilizar. Por vezes obstáculos físicos fazem com neste início de marcha estejamos ocultos aos olhos dos condutores, neste caso coloquei uma árvore.
Dar então início de marcha, e perceber que estamos mais seguros enquanto estamos protegidos pelo corpo físico do veículo que acabou de se imobilizar, e nos cedeu passagem, pois estamos desta forma livres de um primeiro impacto de colisão, que confere sempre um maior grau de gravidade.

:o@ avançar cautelosamente com um passo com o pé direito de forma a ultrapassar tangencialmente a linha imaginaria de onde termina o corpo físico do veiculo A , dobrar um pouco o joelho direito, para poder inclinar corpo para a frente, enquanto se faz ao mesmo tempo a rotação de cabeça, de forma a conseguir-mos vigiar devidamente a 90º á esquerda, ligeiríssima pausa enquanto se processa a ameaça de trafego, deixando praticamente o peso do corpo sobre o pé direito, funcionando apenas a ponta do pé esquerdo para nosso equilíbrio, parece difícil, mas é muito simples. Se experimentarem um avanço de passo com o pé contrario, para a posição de ligeira vigia, vão ver que o nosso movimento de rotação de tronco fica condicionado.
Ligeiríssima pausa de 1 segundo se não sentir mos nenhuma ameaça de trafego.
Alguns potencias cenários de ameaça:
Vamos imaginar que nesta posição de vigia, ouvimos um ruido de uma aceleração forte, isto pode querer antever uma ultrapassagem do veículo B a A, colocando nos em rota de colisão, ( nesta situação esquecendo o veiculo D ) e o B ultrapassava repentinamente A, colocando nos em perigo de colisão).
Assim por exemplo qualquer ameaça que detetar mos seja por visão ou audição, permanece mos nesta posição de vigia até perceber mos o que está a acontecer, porque afinal ainda estamos protegidos pelo corpo físico do veiculo A.
Regra geral se eu sentir que necessito fixar me nesta posição de vigia mais que 2-3 segundos até costumo sinalizar com a mão esquerda o veiculo A, para ele não avançar e ele perceber que estou a avaliar a situação segura de trafego, por exemplo se nesta posição de vigia vejo D em grande velocidade, não quero colocar me em sua frente e obriga lo a uma travagem brusca.
Temos de perceber que até agora só o veiculo A sabe que estamos em marcha na passadeira, e todos os outros são uma ameaça porque simplesmente podemos estar ocultos ao trafego, encobertos visualmente pelo veículo A, então se A for uma carrinha alta ou pesado estaremos 100% ocultos ao trafego.
Outra situação é por exemplo ouvir mos um acelerar de motorizada, pode ser o motociclo c, que se pode infiltrar rapidamente em C1, mas porque efetuamos a posição de vigia, ao melhor se não o ouvir mos vamos vê lo, porque em qualquer zona de perigo, em que não estiver mos em zona segura, a nossa audição e orientação de visão á esquerda estará sempre a processar e analisar todas as ameaças.
Voltando atrás, fizemos a ligeiríssima pausa de 1-2 seg. na posição de vigia e não detetamos ameaças,
Checa mos D, e percebe mos que ele está a abrandar para D1, a fim de nos ceder passagem, e avançamos assim para mais uma zona de conforto, que começa e termina na latitude física do veiculo D1.
No final do corpo físico de D1 repete se mais uma posição de vigia, avançar passo com pé direito, dobrar joelho, corpo á frente e ir fazendo simultaneamente a rotação de cabeça á esquerda, analisar ameaças e prosseguir, e o processo é sempre o mesmo, importante vigia no final de E1, porque poderia parecer que já tínhamos completado a primeira jornada, mas há sempre a possibilidade de infiltração de motociclo, neste caso F1.
No segundo troço da passadeira, o processo repete se, só muda o avanço de passo que será feito com o pé esquerdo.
Mais uma vez nunca entrar às cegas numa passadeira, desta vez coloquei um painel publicitário que mais uma vez nos coloca ocultos ao trafego, vamos sempre assinalar presença e esperar serenamente que um veículo nos ceda passagem.
@o: avançar um passo com o pé esquerdo de forma a ultrapassar tangencialmente a linha imaginária de onde termina o corpo físico do veículo G, dobrar um pouco o joelho esquerdo, para poder inclinar corpo para a frente, enquanto se faz ao mesmo tempo a rotação de cabeça 90º á direita, ligeiríssima pausa de vigia nesta posição enquanto se processa a ameaça de trafego, deixando praticamente o peso do corpo sobre o pé esquerdo, funcionando apenas a ponta do pé direito para nosso equilíbrio.
Quando existe uma passadeira simples apenas com uma faixa de rodagem de cada lado, se um ligeiro veiculo A nos cede passagem, daremos passos curtos, e ao mesmo tempo, rodamos o tronco e iremos vigiar á esquerda a 90º, e depois a 90ºá direita, e se não senti mos ameaças a passagem faz se sem nenhuma ligeiríssima pausa (admitindo A um ligeiro, e que nos permite ver que não há nenhum veiculo atras de si).
Já se esse veículo A for carrinha ou pesado, vigiamos á direita, e depois torna se imperativo a ligeiríssima pausa de vigia á esquerda, no momento de entrar na zona perigosa, porque já sabemos que este tipo de veículo nos esta a ocultar, e nem nos peão sabemos o que esta atras deste veículo, nem os veículos que precedem o pesado sabem que existimos, e qualquer ultrapassagem repentina nos coloca em linha de fogo.

Há situações em que comunico com o veiculo A, se sentir que a marcha vem muito densa e viva, e eu não quero causar um impacto abrupto to trafego, e ao mesmo tempo colocar o meu físico em perigo, então não vou manifestar intenção de iniciar marcha em passadeira, e comunico com a mão esquerda e dou lhe sinal para continuar a fluir.
Portanto perceba mos que por detrás de um acidente em passadeira, esta sempre uma falha ou de visualização ou de comunicação entre veículos e peões.
Basta dar mos esse alerta, para automaticamente condutores e peões menos prudentes, saberem que é tudo uma questão de boa comunicação, e conhecer a situação de PEAO OCULTO.

Muitas vezes logo no inicio de marcha quando temos obstáculos naturais onde se inicia a passadeira, ou na faixa separadora que separa os sentidos de tráfego, normalmente a meio, a situação começa logo ai, e como já sabemos durante a travessia, e daqui falo da cidade onde resido, mas porque também conheço lisboa, há que ter muita atenção a obstáculos como as paragens de autocarro que muitas se localizam quase imediatamente antes das passadeiras ou que seja até a alguma distancia, e a regra mantem se sempre, o autocarro esta nos a colocar ocultos ao trafego, portanto a nossa referencia de segurança ao entrar na passadeira vai ser a linha imaginaria onde termina a latitude física do autocarro parado, então vamos fazer a tal manobra de vigia á esquerda.
Outra situação recorrente, veículos ligeiros ou carrinhas estacionadas em 1 ou 2 fila, quase em cima da passadeira, novo obstáculo que nos coloca ocultos, vigia necessária.
Se por exemplo A for um veiculo pesado de mercadorias ( em que o condutor está numa posição muito elevada, é preciso compreender que o mesmo parado não tem visibilidade nos primeiros metros á sua frente, vamos querer fazer a travessia o mais á direita possível e manter contacto direto com o condutor do pesado, isto porque se atravessar mos mesmo em frente ao pesado, o condutor não nos está a ver, e poderá arrancar a qualquer momento e derrubar nos e passando nos por cima sem sequer se aperceber, existem no youtube muitos vídeos arrepiantes de atropelamentos assim, porque ele pode ter se imobilizado por ver outro peão na passadeira, e ele nem saberá que estamos á sua frente, tenderá apenas a controlar o peão que conseguiu visualizar uns metros mais á frente.


Tutorial na vertente dos condutores, ver diagrama em link.
https://drive.google.com/open?id=0B9bITqchf6FiMUtQbmFfUXB0YTQ

Bem, do lado dos condutores temos outra grande problemática, pois os condutores não comunicam entre si á retaguarda, o que sucede muitas vezes e voltando ao diagrama, é que o veiculo A acabou de se imobilizar de forma bastante brusca ( porque o Sr. peão é alguém que não conhece a ciência de trafego e ao passar junto á arvore deu logo uma passada na passadeira, impondo toda a sua ignorância no asfalto, em vez de esperar a um metro tranquilamente por cedência)
Como nem todos os condutores não estão habituados a comunicar entre si á retaguarda, o que acontece é que nesta altura a velocidade media de trafego era algo elevada, mas como o veiculo A travou bruscamente e não sabe comunicar com os veículos detrás, acontece que agora o veiculo B e E ( vamos esquecer o D), seguem em marcha viva, e um potencial acidente está eminente, faz lembrar o jogo de xadrez, temos aqui vários desfechos possíveis.
Veículo B apercebe se tarde demais que A está imobilizado e abalroa o A que entretanto leva o Sr. peão á frente.
B tenta travar mas vê que não pode evitar uma colisão, e faz uma ultrapassagem de emergência a A para evitar a colisão com A, e acaba por colher o Sr. peão.
B consegue travar queimando um pouco de borracha, mas E não se apercebe nada de anormal, continuando a sua marcha viva e colhe o Sr. peão quase sem saber como ele lhe apareceu á frente.
Agora seria um bom principio os condutores menos atentos começarem também a prever este tipo de situações, de serem inteligentes e desconfiarem e suspeitarem de que quando surge algum condicionamento de trafego numa faixa de rodagem mais á sua esquerda ou direita ( vou lhe chamar imprevisto rodoviário), de colocarem essa hipótese em mente de que afinal podemos estar numa situação de Peões em marcha, que obriga a um condicionamento transversal a todas as faixas, desconfiem de uma faixa livre de trafego quando outra esta a abrandar ou parar.
Agora se eu fosse o veiculo A, o Sr. peão apanhou me de surpresa também, então a primeira coisa que fazia era colocar os 4 piscas, porque sei que o transito vem vivo atras de mim, e quero comunicar com os veículos á minha retaguarda o mais rápido possível, de que estou em marcha lenta ou parado, e também para tentar alertar que acabou de acontecer um imprevisto rodoviário.
Mas nunca poderei evitar que B ou E colham o Sr. peão, porque mais uma vez á uma falha de comunicação, porque simplesmente sei que os outros condutores apenas interpretarão o meu sinal de 4 piscas como congestionamento na minha própria faixa de rodagem, porque mais uma vez só está instituído que os 4 piscas, só significam imprevisto rodoviário na faixa de rodagem onde ele próprio foi acionado.
( Só haveria uma forma de salvar o peão menos prudente, é numa fração de segundo ver mos pelo retrovisor que vem um veiculo lançado na outra faixa, e dar uma buzinadela com esperança que o peão se imobilize e acorde da sua marcha cega, antes da linha de fogo)

Para mim 4 piscas deveriam ser interpretados como abrandamento de velocidade transversal a todas as faixas de rodagem, ou bem, pelo menos na imediatamente que se segue.
E mais, acionar os 4 piscas, deveria ser obrigatório para todos os veículos para não se quebrar a corrente de comunicação á retaguarda, imaginemos eu faço os 4 piscas, sou o veículo A, a marcha vem viva, o B processa o meu alerta e consegue se imobilizar sem colidir comigo, mas B é um condutor que só costuma olhar em frente, não costuma utilizar o espelho retrovisor, nem sabe o que é o anglo morto, e só poe cinto porque dá multa, então o que vai suceder?
Vem um veículo H bem vivo, e então o veículo B é o elo que quebrou simplesmente a corrente dos 4 piscas que eu tinha iniciado, e H leva tudo á frente.
É tudo uma questão de dar formação aos peões, e estimular a importância da ponte de comunicação entre condutores, e de possíveis imprevistos de trafego transversais.
Por vezes quando chamamos o elevador, pensamos sempre que vem vazio, e quando sai alguém assustamo nos, da mesma forma se for mos no passeio, e certas saídas em tuneis ou garagens que cruzam o passeio, pode surgir a mesma situação, temos de estar atentos. .
Na situação que apresentei da passadeira tradicional em reta, não vigiada por semáforos, obviamente que depois se podem estudar outro tipo de passadeiras em outros locais e com outro tipo de perigos, mas tentei apenas retratar um perigo que conheço bem, que resumindo, é a situação mais comum de atropelamento, em que o peão apenas em 1 segundo em marcha cega ( sem fazer os pontos de vigia absolutamente cruciais, sempre que está a atravessar uma carrinha alta ou pesado que o está a ocultar a 100% ao trafego), mesmo um condutor a 40kmh não vai conseguir evitar um atropelamento, porque o peão em 1 segundo percorre 1 a 2 passos, mais de um metro, logo um peão que não faça a posição de espreitar, de vigiar logo apos ter passado por um veiculo grande, vai colocar se imediatamente em apenas um segundo em rota de colisão com qualquer veiculo .
Repare se que as posições de vigia que defendo, de espreitar o inimigo quando estamos ocultos, tem 2 razoes fundamentais, primeiro dar a oportunidade de assinalar a sua presença aos de mais veículos ( dando lhes a oportunidade de abrandar em segurança) , e proteger a integridade fisica do peão numa situação em que já não seria possível a certo veiculo fazer esse abrandamento em segurança e portanto deixando o fluir, porque já sabemos que nem todos os condutores vão conseguir prever a situação de que afinal há peões em marcha( que em apenas um segundo se podem colocar em frente ao veiculo sem que nada se possa fazer).
Importante salientar que a tradicional vigia faixa a faixa, não é 100% segura, porque como já demonstrei o trafego pode nos aparecer junto á passadeira, sem que esteja encaixado devidamente em cada faixa, como por exemplo qualquer autocarro ou veiculo parado imediatamente antes da passadeira, vai desorientar todas as linhas de trafego, além do perigo da infiltração de motociclos entre faixas, portanto vigia necessária sempre apos cada veiculo que nos ceda passagem.
Portanto dando a conhecer este perigo real eminente ao peão, será que muitos peões que até aqui atravessavam a passadeira somente a olhar em frente, somente fixados no telemóvel, ou com fones, ignorando todos os pontos de vigia, será que não vão pelo menos ter um comportamento mais preventivo?

Obrigado!
  1. Actualização #1 Encerramento

    Criado em 24 de janeiro de 2017

    Reformulação




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Esta petição foi criada em 24 janeiro 2017
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