Por uma união de esquerda contra o fundamentalismo
Para: PS, PCP/PEV, BLOCO DE ESQUERDA
Por uma união de esquerda contra o fundamentalismo
Nas eleições legislativas de 4 de outubro foi claro que a coligação encabeçada por Passos Coelho teve 36,86% dos votos.
O que foi também claro para muita gente excetuando Cavaco Silva foi que a maioria dos votos foi para a esquerda, uma vez que PS (32,31%), BLOCO (10,19%) e PCP/PEV (8,25%) somam 50,75% dos votos, logo representam a maioria da vontade popular, e a maioria parlamentar que Cavaco pisou.
Recentemente, Passos Coelho afirmou que “Os partidos políticos que viraram as costas à realidade nos últimos anos foram derrotados nas urnas”.
É verdade, e isso aplica-se com particular aquidade à coligação encabeçada por Passos Coelho.
É por isso urgente que se ponham de lado as pequenas diferenças, para dar expressão às grandes convergências.
É por isso urgente que quem tem a maioria de facto se imponha, na assembleia, a quem não a tem.
É por isso urgente que a esquerda se una e rejeite a perpetuação fundamentalista de um governo austeritário, já que quem o devia fazer se absteve.
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Actualização #1 Encerramento
Criado em 16 de novembro de 2015