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Legalização do uso do cigarro electrónico

Para: Assembleia da República

Esta petição visa solicitar à Assembleia da República que exija à Sociedade Portuguesa de Pneumologia que apresente publicamente resultados, obtidos legalmente e em testes laboratoriais, que comprovem que; o vapor expelido pelo cigarro electrónico é nocivo para os utentes passivos a ponto de o seu uso ser proibido em locais públicos, justifique porque motivo considera dever tratar-se de um medicamento e qual a razão para este ser regulado pelo INFARMED.

O cigarro electrónico nasceu da vontade de manter um prazer, sem que o mesmo seja prejudicial, quer para o utilizador, quer para aqueles que o rodeiam, deixando assim de ser um hábito descriminado e podendo passar a ser incluído socialmente e no ambiente familiar. Foi conseguido com tal sucesso que alguns organismos viram os seus lucros diminuírem, a uma velocidade tão avassaladora que tudo têm tentado para ocultar e denegrir a verdade, o seu poder a nível mundial é de tal ordem que conseguiram fazer publicar uma lei não sustentada:

Segundo uma norma europeia, nos países da UE e a partir do dia 19 do mês de maio de 2014, vai ser proibido o uso de cigarros electrónicos (vaporizadores) em locais públicos, alegando que:

1 - A nicotina líquida pode ser mortal para as crianças;
2 - Ainda não se sabe que tipo de substâncias são emitidas pelos cigarros electrónicos (vaporizadores);
3 - Devem ser classificados como medicamentos.

Nenhuma das três alegações é coerente:

1 - A nicotina a que se referem é numa concentração de 100%, mortal não só para as crianças como para qualquer ser vivo e não é usada nos cigarros electrónicos, o máximo usado por um Vaper é de cerca de é 36mg/ml sendo que o normal varia entre 4mg/ml a 18mg/ml, se o cigarro (vaporizador) for usado com liquido ao qual não se adicionou qualquer percentagem desta substância ele torna-se praticamente inofensivo.
2 - Sabe-se exactamente quais as substâncias usadas no cigarro electrónico, a partir delas e se quiserem, os laboratórios podem confirmar que malefícios emitem, para além da nicotina (facultativo) já dissolvida, os componentes utilizados nos líquidos são, Glicerina Vegetal, Soro Fisiológico, Propileno Glicol e aromatizante (facultativo), este podem tratar-se de cristais de mentol dissolvidos ou aromas corriqueiros usados na culinária.
3 - Embora estes componentes possam ser comprados nas farmácias, eles não carecem de receita médica, nem o cigarro electrónico (vaporizador) pode ser considerado um medicamento, ele é um substituto do tabaco convencional, sendo que o seu uso não serve exclusivamente para deixar de fumar, trata-se sim de uma alternativa mais saudável pois, para além de poder ser usado sem nicotina, não provoca o cancro por inalação de fumo e toxinas, como resultado, ao fim de uma semana de uso o utilizador pode sentir-se 90% não fumador podendo continuar a usufruir do prazer de "fumar", vaporizando sem contra indicações, quer para a sua saúde, quer para a dos que o rodeiam, mesmo usando nicotina, a exposição dos passivos não é relevante, uma vez que a percentagem absorvida pelo sistema sanguíneo do próprio utilizador é muito inferior à absorvida com um cigarro convencional, numa ordem de 5 para 30, sem esquecer que no tabaco o mais nocivo não é a nicotina, são os produtos tóxicos e cancerígenos que lhe são adicionados, estes mais de 4.000 componentes são ingeridos com o fumo e alojam-se nos pulmões, contudo, no cigarro electrónico (vaporizador) não existe fumo, o liquido é queimado numa pequena resistência, accionada por uma pilha, que o transforma em vapor, se este não for expelido de imediato dissipa-se e se não contiver aroma não pode ser sequer detectado.

A luta contra o cigarro electrónico (vaporizador) não é a enunciada na lei, mas sim aquela que querem ocultar da opinião pública, ou seja, o prejuízo que os governos e as farmacêuticas já começaram a sentir, uns pela falta de lucros nos impostos, os outros pela baixa nas doenças cancerígenas que os sustentam.

Com o poder ganham os estados e as farmacêuticas, com a lucidez ganha o consumidor e a sociedade!

Pela saúde física e mental de todos, assine esta petição, Obrigada!



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Esta petição foi criada em 10 maio 2014
A actual petição encontra-se alojada no site Petição Publica que disponibiliza um serviço público gratuito para todos os Portugueses apoiarem as causas em que acreditam e criarem petições online. Caso tenha alguma questão ou sugestão para o autor da Petição poderá fazê-lo através do seguinte link Contactar Autor
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