Pelo regresso das badaladas da Igreja 24h
Para: Pessoas, Religião, Igreja
Mateus 28:19-20 - Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação do mundo.
O assunto nada de novo apresenta; sabeis que, em alguns concelhos, os municípios já foram obrigados a contratar empresas especializadas para medir os decibéis emitidos pelas torres sineiras- impensável. Não serão os pioneiros nesta guerra; há quem defenda que os reclamantes são frequentemente pouco numerosos e que, em contrapartida, são bem mais os que reclamam quando, por avaria ou esquecimento, os sinos ficam em silêncio. Pelo comentário abaixo, foi 1 "morador". Sabeis quantos Fiéis, Cristãos, sentem a falta da badalada? Tendes no pensamento que para os Católicos, a prática religiosa não é de natureza estritamente individual: tem uma dimensão pública e comunitária. Os sinos são e dão sinais, realizam comunicação e geram comunhão. Isto teve algum peso, pensamento e reflexão no momento de abolir o Sino da Igreja de S. Cruz - SÃO SALVADOR?
Foi altamente refletido, debatido com base no Artigo 32º b) do DL n.º 9/2007, de 17 de Janeiro -REGULAMENTO GERAL DO RUÍDO?
Qual é a posição de Dom Nuno Brás Martins? Perante, alegadamente, um morador queixoso?
Mas há algo que nenhum decreto consegue regular: a forma como uma comunidade decide viver junta.
Tomara Dom Francisco Santana poder opinar...