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Em Portugal mandam os Portugueses não a ONU

Para: Presidente da Assembleia da República e Presidente da Assembleia Geral da ONU

PETIÇÃO PÚBLICA

PORTUGAL NÃO ACEITA INGERÊNCIA EXTERNA DA ONU

Ao Presidente da Assembleia da República Portuguesa,
José Pedro Aguiar-Branco,

À Presidente da Assembleia Geral das Nações Unidas,
Annalena Baerbock,

Pela defesa da soberania nacional e do direito dos portugueses a decidir o seu próprio destino

Nós, cidadãos portugueses abaixo-assinados, vimos manifestar a nossa profunda preocupação e o nosso firme repúdio perante qualquer tentativa de uma entidade internacional de condicionar, pressionar ou interferir no processo legislativo da República Portuguesa.

Portugal é uma Nação soberana, com quase nove séculos de História.

A Assembleia da República é a instituição constitucional onde os representantes eleitos pelo povo português discutem e decidem as leis da República.

Não aceitamos que uma entidade externa determine aos Deputados portugueses quais os projetos que podem apresentar, discutir ou votar.

A cooperação internacional é legítima e necessária. Portugal respeita os seus compromissos internacionais e as instituições de que livremente faz parte.

Mas cooperação não é tutela.

Respeito pelo direito internacional não significa abdicação da soberania nacional.

Consideramos particularmente grave que o Alto-Comissariado dos Direitos Humanos das Nações Unidas tenha apelado à retirada de projetos legislativos apresentados na Assembleia da República sobre identidade de género.

Independentemente da posição que cada cidadão tenha sobre essas matérias, a decisão sobre as leis de Portugal deve caber aos portugueses e às suas instituições democraticamente eleitas.

Por isso, esta petição exige:

1. Que o Presidente da Assembleia da República repudie publicamente qualquer tentativa de ingerência externa na atividade legislativa da Assembleia da República;

2. Que a Assembleia da República reafirme solenemente o princípio da soberania nacional e da independência das suas decisões legislativas;

3. Que esta posição seja formalmente comunicada às Nações Unidas;

4. Que as Nações Unidas respeitem a competência constitucional das instituições portuguesas e o direito do povo português a decidir democraticamente as suas leis;

5. Que nenhum organismo internacional se substitua ao Parlamento português na definição das políticas e da legislação da República.

Portugal não é uma entidade administrativa de nenhuma organização internacional.

Portugal é uma Nação soberana.

Os portugueses não receberam a sua liberdade como uma concessão de nenhuma instituição internacional.

Receberam-na da História, dos seus antepassados e dos sacrifícios de gerações de portugueses.

Temos, por isso, o dever de defender a soberania nacional e de a transmitir às próximas gerações.

A Assembleia da República deve ser a casa da soberania popular portuguesa.

E deve deixar claro:

«Portugal respeita a ONU.
Portugal coopera com a comunidade internacional.
Mas Portugal não aceita ser tutelado pela comunidade internacional.»

A última palavra sobre as leis de Portugal deve pertencer aos portugueses.

Pela soberania.

Pela democracia.

Por Portugal.

Subscreva esta petição.

Portugal deve respeitar o mundo.
Mas o mundo deve respeitar Portugal.



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Esta petição foi criada em 26 agosto 2026
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