Justiça social ( reentregacão de sem abrigo na sociedade)
Para: Governo Português, Ministro da Segurança Social
Solicitação de ajuda
O Sr Fernando Augusto de Sena Lopes, era um sem abrigo, dei-lhe as mãos coisa que pertencia ao Estado por direito constitucional, já há uns 7 anos atrás, integrou-se muito bem na minha empresa e sociedade, fiz todas as solicitações ao Presidente da República e por aí abaixo até aos serviços sociais da CMS para atribuição de um teto para dormir com o devido pagamento da renda de acordo com os seus rendimentos.
A resposta da CMS é de 3 meses num Albergue em Mira Sintra sem a certeza que os seus pertences estejam lá ao fim do dia, ou pagamento de 3 meses de renda num quarto que ele possa encontrar.
3 meses é empurrar com a barriga para a frente.
As altas esferas do Estado dizem que o mesmo tem o dever de acolher os sem abrigo e integra-los por uma questão de dignidade e legalidade, pois bem na minha verdade nada fazem, somente dizem palavras lindas para inocentes escutarem.
Fiz todo o trabalho com o conhecimento da CMS e todas as entidades que poderiam e deveriam entrevir .
Está a dormir dentro do armazém da empresa ( que é proibido) num espaço sem condições mas sempre melhor que dormir na rua.
Ali está reabilitado, sem nenhuma ajuda do Estado e o mínimo que é solicitado é negado.
Palavras levas o vento, só olho para os actos e esses definem o carácter das pessoas.
Nota: Estamos a falar de um cidadão português que na crise de 2012 teve um cancro deixou de trabalhar, a esposa perdeu o emprego, sem dinheiro para pagar a prestação da casa ficou sem a mesma e posto na rua, os filhos entregou-os a um irmão tudo direitinho com a intervenção do Tribunal de menores.
Foi-lhe atribuída uma pensão de alimentos que deveria pagar ao irmão para pagamento de despesas.
Na rua sem trabalho e desesperado por ali andou, sem drogas ou outros opiáceos apenas com o desgosto do seu infortúnio.
Depois de começar a trabalhar começou a pagar a pensão de alimentos e o que devia de atraso fez um acordo com a segurança social para pagar em prestações, já nada deve ao Estado nem a ninguém, o Estado por direito constitucional é que sempre falhou com ele.
O porquê de existir segurança social? Na prática para criar trabalhos bem pagos a assistentes sociais que não saem dos seu gabinetes e a sua missão é coisa que não está presente.
É a minha verdade até que outra se sobreponha.
A empresa está situada no bairro da Xetaria , Belas
Por conseguinte venho solicita por este meio ao governo de Portugal, na pessoa do Sra. Ministra do Trabalho e da Segurança Social que dê procedimento à solitacão de atribuição de habitação com renda acessível o mais perto possivel do seu local de trabalho.
Se antes era preocupante agora é desesperante, imaginar-se a viver nestas condições!
Não é digno de ninguém e é responsabilidade do estado interferir nestas situações.
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Assinaram a petição
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