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O Colapso da Nação: O Legado de Corrupção, Bancarrotas e a Destruição do Estado Social pela Esquerda em Portugal (1974-2026)

Para: Excelentíssimo Sr.Presidente da Assembleia da Republica Portuguesa

A história democrática de Portugal, desde 1974 até hoje, não é o conto de sucesso que a narrativa oficial tenta vender. É um registo documentado de falhas sistémicas, protecionismo a criminosos e uma gestão económica imposta pelas políticas de esquerda que, por três vezes, conduziu o país ao abismo financeiro.

?1. O Nascimento sob o Signo da Impunidade
?A democracia em Portugal nasceu manchada pela tolerância com o terrorismo interno gerado pela esquerda radical. As FP-25 de Abril — uma organização terrorista que assassinou cidadãos portugueses — operou com uma impunidade que não seria admissível em qualquer outra democracia europeia. O perdão e a amnistia concedidos aos seus membros foram o sinal claro de que, em Portugal, a justiça é condicionada pela ideologia e pelo "lado" em que o criminoso se encontra. Este foi o ponto de partida para a degradação da autoridade do Estado.

?2. A Podridão Moral: O Processo Casa Pia
?O processo Casa Pia é a ferida aberta que expôs a verdadeira natureza da elite que governa o país. O envolvimento de figuras de topo ligadas ao poder político e ao Partido Socialista em redes de pedofilia revelou uma podridão moral profunda nos centros de decisão. Este processo não foi apenas um crime contra menores, foi um crime contra a confiança pública, demonstrando que, nas altas esferas da esquerda, existia um sentimento de impunidade absoluta onde o poder servia para proteger os seus, independentemente da monstruosidade dos atos.

?3. O Ciclo das Bancarrotas: O Rasto da Gestão Socialista
?A economia portuguesa tem sido gerida por um padrão de despesismo típico das políticas de esquerda que conduz invariavelmente ao desastre:

?1.ª Bancarrota (1977-1978): Liderada por Mário Soares (PS). O país, após anos de nacionalizações e gastos incontroláveis, ficou sem reservas e teve de pedir ajuda ao FMI.
?2.ª Bancarrota (1983-1984): Novamente sob a liderança de Mário Soares (PS). A dívida disparou e o país recorreu ao FMI, empobrecendo as famílias para pagar a dívida criada pela governação de esquerda.
?3.ª Bancarrota (2011): Sob o governo de José Sócrates (PS). O endividamento desenfreado das estatais e a gestão megalómana levaram o país à insolvência, forçando a intervenção da Troika que destruiu o poder de compra de uma geração.
?4. O Caso Sócrates: Corrupção, Inércia e Leis de Proteção a Criminosos
?O processo de José Sócrates é o símbolo supremo da degradação da justiça em Portugal. Não se trata apenas de corrupção, mas da inércia deliberada do Estado. O sistema legislativo, moldado por anos de governação de esquerda, criou um labirinto onde:

?Leis sob Medida: O Código de Processo Penal está recheado de brechas que favorecem o arguido, permitindo manobras dilatórias que arrastam processos durante décadas.
?A Inércia como Estratégia: O sistema não quer julgar. A inércia dos tribunais, protegida por leis que permitem o recurso infinito e a suspensão da prescrição, garante que figuras poderosas do socialismo nunca cumpram pena. É a utilização da lei para proteger o criminoso contra a própria justiça.
?5. A Corrupção Sistémica: O Governo de António Costa
?O governo de António Costa (2015-2024) foi a consagração da corrupção como método. Com centenas de investigações judiciais a membros do executivo, o que se viu foi a captura total das instituições. O caso do Lítio, os negócios autárquicos e a teia de influências provaram que o Estado se transformou numa máquina de auto-preservação de uma elite da esquerda.

?6. O Desinvestimento Social: O Subsídio como Cadeia
?O que a esquerda chama de "Estado Social" é, na verdade, um sistema de subsídio-dependência. Portugal mantém meio milhão de pessoas a receber rendimentos mínimos e subsídios de desemprego perpétuos. Enquanto a economia clama por mão de obra, o Estado prefere pagar para que o cidadão fique inativo, mantendo-o refém do apoio social e garantindo o seu voto. Isto não é apoio social; é a destruição da dignidade pelo trabalho e a transformação do cidadão num súbdito da esquerda.

?Esta não é uma análise de opinião. É a descrição factual de um regime que, de 1974 a 2026, provou ser financeiramente autodestrutivo e moralmente corrupto. A "democracia" que defendem é a fachada que esconde uma estrutura de esquerda que funciona para quem a gere, à custa de quem trabalha e paga a conta desta podridão.




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Esta petição foi criada em 21 junho 2026
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