Pelo fim da geoengenharia no espaço aéreo e território de Portugal
Para: Assembleia da República de Portugal
Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República,
Exmo.s Sr.s Deputados da Assembleia da República,
Os cidadãos signatários desta petição, vêm, nos termos do artigo 52.º da Constituição da República Portuguesa, da Lei n.º 43/90, de 10 de agosto e da Convenção de Aarhus, da qual Portugal é signatário, apresentar aos Sr.s Deputados da Assembleia da República um pedido de discussão, avaliação, transparência e participação pública sobre os programas em curso, os riscos ambientais e para a saúde pública associados a projectos de geoengenharia.
A geo-engenharia é uma realidade incontornável, existem evidências, testemunhos e uma vasta documentação que constituem provas disso mesmo. O fenómeno observável dos “rastos químicos” ou “chemtrails”, que se observam regularmente nos céus de Portugal desde há anos, são disso exemplo.
John Brennan, o Director da CIA entre 2013 e 2017, reconheceu em declarações gravadas que a geoengenharia era já uma realidade, referindo-se a projectos como Stratospheric Aerosol Injection (Injecção estratosférica de aerosois), o que coincide e confirma a existência dos rastos químicos ou chemtrails.
A própria União Europeia confirmou a existência de programas de geo-engenharia, em artigo publicado na Euronews em 28/06/2023, denominado “Riscos da geoengenharia para gerir clima preocupam Comissão Europeia”, mas ao contrário do que afirmam no artigo, estas práticas ocorrem há vários anos sem que os portugueses e restantes europeus tenham sido consultados ou informados.
Assim é seguro afirmar que estas experiências que representam um risco para a saúde pública não obtiveram o consentimento prévio dos cidadãos portugueses.
Existem ainda largas dezenas de patentes relacionadas com a manipulação climática, a mais antiga datada de 1891.
Segundo estudos independentes, entre as substâncias encontradas em análises ao ar e água da chuva, na
presença dos denominados “rastos químicos” ou “chemtrails” estão iodeto de prata, alumínio, bário e estrôncio, entre outros, todos altamente tóxicos e prejudicais para saúde humana e para a natureza em geral.
Num contexto de crescente preocupação ambiental e climática, importa assegurar que quaisquer soluções tecnológicas sejam acompanhadas de escrutínio democrático, base científica sólida e salvaguarda prioritária da saúde dos cidadãos e protecção da natureza, assim os peticionários solicitam à Assembleia da República que abra um período de debate ou crie uma comissão de inquérito, recebendo para o efeito um grupo de cidadãos peticionários que irão apresentar as provas que têm em sua posse.
Os Signatários desta petição,