Exclusão do partido Chega da Assembleia da República por se um partido que quer impor uma ditadura em portugal
Para: Exlentissimo Dr. Presidente da Assembleia da República; Dr. Luís Montenegro e Dr. Marcelo Rebelo de Sousa
Nós cidadãos de bem que defendemos um estado de direito e democrático como Portugal é onde cada órgão de soberania tem limitações aos seus poderes. Segundo a constituição da República de 1974 nenhum partido político pode usar a sua influência na esfera pública para manifestar repúdio ou ódio contra outros tipo de religião, raças ou etnias. Portugal sempre foi um país solidário de de fronteiras abertas pela necessidade que temos de turismo. Semore fomos um país que acolhemos imigrantes para trabalhos jnecessarios ao funcionamento do país e necessário também a nossa economia que cada ve mais tem enfrentado problemas por falta de natalidade.
O partido chega é contra os nossos val8res democráticos e está sempre a falar publicamente que Portugal precisa de uma quarta República, de um outro 25 de Abril (golpe de estado) algo que é crime tendo em conta a nossa Constituição da República.
Por estes motivos declarados que o partido chega tem trazido problemas ao país por estar sempre a incentivar aí ódio contra os imigrantes, escondendo a verdade por detrás da necessidade que temos dessa mesma mão de obra.
Portugal tem igualmente 2 milhões de portugueses a trabalhar noutros países e também nãos gostávamos que fossem assim tratados , com ódio racismo e faltas graves de respeito até por crianças com o André ventura já fez publicamente ao citar nomes de crianças.
Ninguém quer outro Hitler em portugal e por este motivo creio qie é hora de aplicar as devidas responsabilidade a este partido de crimes contra a humanidade, contra os direitos humanos, por ser uma máquina de desinformação e manipulação. Trazer ao de cima fracções neonazis com total impunidade sobre as suas atitudes e crimes.
Pedesse justiça e nada mais do que justiça, que os nossos valores democráticos não seja. Invalidade por meia dúzia de ant democráticos.
Atenciosamente: Francisco Costa