Carta Aberta aos Ilustres que querem impor um presidente socialista.
Para: Casta superior da política portuguesa responsável pela destruição de Portugal.
Carta Aberta dos Portugueses Comuns a todos os notáveis que nos dizem que só podemos votar em António José Seguro
Somos cidadãos comuns. Trabalhadores, pais, avós, jovens e reformados. Portugueses que amam o seu país e que não se resignam à mediocridade nem ao declínio permanente.
Não queremos que o lugar mais alto do Estado português volte a cair nas mãos de um militante do Partido Socialista.
Não por razões pessoais, mas por uma razão política, histórica e moral: o socialismo governou Portugal durante grande parte da democracia e os resultados estão à vista de todos. Salários baixos, carga fiscal asfixiante, serviços públicos em degradação, jovens forçados a emigrar, dependência externa e um país persistentemente colocado na cauda da Europa.
Durante décadas, o PS prometeu progresso e justiça social. Entregou estagnação, dependência do Estado e falta de ambição nacional. Sempre que teve oportunidade, escolheu o facilitismo, o endividamento e a propaganda em vez das reformas estruturais de que Portugal precisava.
A Presidência da República não é um prémio de carreira nem um refúgio para militantes partidários reciclados.
É um cargo de exigência máxima, que deve representar todos os portugueses, e não um aparelho político responsável pelo empobrecimento do país.
Portugal precisa de futuro, não de repetição. Precisa de independência, não de alinhamento partidário. Precisa de verdade, mérito e sentido de Estado, não de socialismo disfarçado de moderação.
Por isso dizemos, com respeito mas com firmeza: não queremos mais do mesmo.
Não queremos que o mais alto cargo da Nação seja ocupado por quem representa um ciclo falhado da nossa história recente.
Os portugueses não são menores de idade nem precisam de lições de voto dadas por uma casta de “ilustres” desligados da vida real. Pensamos pela nossa própria cabeça e rejeitamos este paternalismo arrogante de velhos do Restelo, que reaparecem sempre que o poder lhes escapa.
As suas recomendações não são esclarecimento democrático: são tentativas desesperadas de manter privilégios e conservar um país domesticado, pobre e dependente.
Portugal só voltará a ser GRANDE quando romper definitivamente com estas vozes do passado que insistem em travar o futuro.
Assumimos esta posição como cidadãos livres, conscientes e responsáveis.
Porque amar Portugal é exigir mais dele — e de quem o representa.
Assinado:
Os Portugueses Comuns