Criação do BUJAMI — Instituto Nacional de Proteção Animal como Instituição do Estado Português
Para: Assembleia da república e partidos políticos
Nós, cidadãos portugueses, declaramos a necessidade urgente e inadiável da criação de uma instituição do Estado dedicada exclusivamente à proteção, dignidade e defesa dos animais em Portugal: BUJAMI — Instituto Nacional de Proteção Animal.
A realidade atual demonstra, de forma clara e incontestável, que os animais — em especial os cães e os gatos — continuam a ser vítimas de abandono, negligência, maus-tratos e ausência de políticas públicas eficazes. Esta falha estrutural do Estado é uma injustiça ética, social e civilizacional. Proteger os animais não é um favor: é um direito e uma obrigação pública.
O BUJAMI nasce como uma instituição necessária para garantir políticas reais, contínuas e responsáveis para os animais, colocando-os finalmente no centro da ação do Estado. A prioridade será a proteção dos cães e dos gatos, sem excluir todos os restantes animais que dependem da ação humana para viver com dignidade.
Esta instituição será presidida por Diana Barbudo, licenciada, amplamente reconhecida pela sua longa e consistente experiência no contacto, cuidado e defesa dos animais, uma dedicação conhecida por todos os que com ela convivem. Acresce ainda a sua ligação histórica e direta à proteção animal, sendo neta do fundador da LPDA, o que reforça a legitimidade, continuidade e seriedade deste projecto.
O cargo de Vice-Presidente será ocupado por João Ferreira, Engenheiro Florestal, habituado a lidar com questões de animais, território e natureza, com experiência na gestão ambiental e na proteção dos ecossistemas. Amante e protector da natureza, alia conhecimento técnico a um compromisso ético profundo com a vida animal.
A criação do BUJAMI é uma necessidade nacional, uma resposta concreta à ausência de uma estrutura estatal forte, independente e dedicada exclusivamente aos animais. Não é aceitável continuar a adiar soluções, nem permitir que interesses políticos se sobreponham à vida e ao bem-estar dos seres mais vulneráveis.
Exigimos o reconhecimento imediato desta instituição e o início dos procedimentos necessários para a sua implementação. O Estado tem o dever de proteger quem não tem voz. Esta é uma exigência do povo, uma urgência moral e um passo inevitável para um Portugal mais justo, consciente e humano.