Imposição de quotas de crianças estrangeiras nas escolas públicas
Para: Assembleia da República, Escolas, Professores
Venho por este meio tentar que hajam quotas para crianças estrangeiras nas escolas públicas pagas pelos Portugueses.
Então a ideia é simples: crianças portuguesas postas na lista principal, crianças estrangeiras postas numa lista à parte, e cerca de 2% de vaga caso haja mudança de alunos de escola.
Não podemos ter escolas cujas turmas estão preenchidas com mais de metade de alunos estrangeiros.
É preciso dizer NÃO aos estrangeiros que vêm pôr as suas crianças nas escolas públicas, preenchedo as vagas todas e deixando as mães portuguesas sem vagas para as suas crianças.
É preciso reduzir substanciamente as crianças estrangeiras nas escolas, para conseguinte, diminuir os casos de bullying, dar um exemplo da criança brasileira que ficou com as duas pontas de dedos tiradas.
Que fazer às crianças estrangeiras? Podem ser postas em escolas privadas, podem ser colocadas noutras escolas onde haja vagas, ou passarem para o ensino em casa.
Há benefícios em retirar gradualmente as crianças estrangeiros:
1) menos bullying;
2) as aulas retomam o ensino em Português e não em Inglês, só porque as criancinhas não foram postas numa escola básica para aprender o... básico;
3) deixa-se de impor o que comer nas cantinas das escolas só porque a criancinha não pode comer porco ou derivados;
4) deixa-se mais vagas, menos lotação
5) as crianças portuguesas deixam de ser influenciadas pelas crianças estrangeiras.. tipo as crianças portuguesas adoptarem o sotaque estrangeiro.. nomeadamente brasileiro.
Portanto, as quotas que penso que sejam mais justas são:
85% de crianças portuguesas, uma percentagem flexível que pode chegar aos 98%
13% de crianças estrangeiras no máximo
2% de vagas, flexível ao longo do ano para crianças que venham em mudança de escola
Suponhamos que uma escola tem uma capacidade máxima para 500 crianças, caso 250 sejam só crianças portuguesas, 13% é fixo para crianças estrangeiras e o resto é tudo vaga, nem que se deixe salas vazias. Estas salas podem ser usadas para dar apoio linguístico a crianças estrangeiras.
Náo queremos que as crianças portuguesas se sintam elas as estrangeiras no seu próprio país.
O partido PS permitiu a entrada de gente estrangeira e não mediu as consequências.
Dar também outro exemplo: um miúdo de 12 anos do Bangladesh NÃO deve ser posto na turma dos 12/13 (6/7º ano), mas sim começar pela escola primária (1º ano). É evidente que uma criança do Bangladesh não percebe as letras do alfabeto.
Quanto às crianças brasileiras... é preciso endireitar-se-lhes o sotaque e mudar a maneira como vêem a Língua Portuguesa, porque todos nós sabemos que o vocabulário do Brasil não é igual ao do Portugal.
Se continuarmos a enfiar crianças estrangeiras nas escolas, teremos atritos desnecessários. Sejamos francos... muita da gente imigrante que entrou em Portugal, está cá por estar, fugidos dos seus países.
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