Condenação da Rita Matias
Para: Assembleia da República
Venho por este meio solicitar a expulsão da Rita Matias da Assembleia da República, pelo discurso proferido nas redes sociais acerca da prisão de Mariana Mortágua, enquanto a deputada participava numa flotilha humanitária.
A constituição protege a democracia e a liberdade acima de tudo. É vergonhoso que haja elementos deste calibre na política portuguesa, capazes de proferir tamanha atrocidade em plenas redes sociais, sedes de desinformação e fake news.
É sabido que os partidos de extrema-direita são conhecidos por manipular informação e jogar a seu favor as dores do povo, pelo que desta vez não foi exceção.
Neste momento, estamos a falar de uma deputada, líder de um partido político, que está PRESA ILEGALMENTE em Israel, apenas por participar numa flotilha humanitária.
Não é a primeira vez que existem atentados à democracia e à paz pública por esta rapariga, uma vez que, como política e pseudo influencer, deve ter noção, mais do que qualquer pessoa, do impacto das suas palavras nas redes sociais. O seu discurso leva ao ódio, e não à cooperação, e qualquer elemento atento percebe que o crime é mais caro que a prevenção criminal, pelo que é urgente que se tome medidas para resolver esta questão, exigindo uma admissão de culpa e pedido de desculpas público por parte desta senhora, que proferiu tamanha atrocidade, banalizando a guerra Israel-Hamas face a uma discórdia política que roça o cunho pessoal.
É de notar que a própria já foi acusada, bem como outros elementos e o próprio presidente do partido Chega, a discursos ofensivos e pouco profissionais, no âmbito da política portuguesa (sem mencionar a errónea 'festa dos hambúrgueres').
Há que proteger a democracia de regimes extremistas para evitar exatamente discursos como estes, que nunca deveriam existir e, portanto, a menina deputada deveria ser responsabilizada penalmente por tal e removida das bancadas. Discursos iguais aos da deputada RM, apenas levam ao discurso, propaganda e incentivo ao ódio, denegrindo profundamente a imagem de Portugal e dos seus representantes.
Estamos a falar de alguém que está preso num país conhecido pelo genocídio e não de alguém que está de férias no Havai.
Sem mais assunto.