Ronaldo no Marquês — um símbolo de Portugal no século XXI
Para: Presidente da Câmara Municipal de Lisboa; Assembleia Municipal de Lisboa; Direção-Geral do Património Cultural; Ministro da Cultura; Presidente da República; Turismo de Portugal; Federação Portuguesa de Futebol
Exmo. Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Exmas. Autoridades da Cultura e Património, e todos os que amam esta cidade,
Lisboa merece um ícone à altura do que Portugal é hoje. O Marquês de Pombal teve, e continuará a ter, o seu lugar na nossa história. Mas o século XXI pede-nos um símbolo vivo, universal, incontestável na capacidade de unir portugueses, projetar o país e inspirar mérito. Esse símbolo chama-se Cristiano Ronaldo.
Porquê Ronaldo no coração de Lisboa?
• Projeção global inédita: CR7 é o português mais reconhecido do planeta. Onde há um aeroporto, um estádio ou um ecrã, há Portugal por associação. Não é só futebol: é soft power puro, que abre portas ao turismo, ao investimento e ao respeito internacional.
• Mérito, trabalho, disciplina: Ronaldo representa aquilo que queremos ensinar às nossas crianças: sonho com método, ambição com ética, talento com sacrifício. Um monumento a ele é um monumento ao mérito que vence.
• Unidade nacional: num país de sensibilidades diversas, CR7 é um raro denominador comum. Aproxima gerações, regiões e diásporas, fala a língua de todos.
• Impacto económico e turístico: onde Ronaldo está, as pessoas vão. Uma estátua icónica no Marquês criará um novo ponto de atração, dinamizando comércio local e dando a Lisboa milhões em exposição mediática espontânea.
O que propomos
1. Substituição da estátua atual na Rotunda do Marquês de Pombal por uma escultura contemporânea de Cristiano Ronaldo, com realocação digna e musealizada do conjunto monumental do Marquês (com contexto histórico completo) para local de destaque definido pela autarquia e pelas entidades de património.
Alternativa prudente: modelo rotativo (“Plinto 7”): instalação de CR7 por 7 anos, com calendário público; passado esse período, decisão cidadã informada (referendo municipal ou consulta pública).
2. Concurso público internacional para seleção do projeto artístico, garantindo qualidade estética, sob curadoria de um júri com representantes da CML, DGPC, artistas e cidadãos.
3. Custo zero para o contribuinte: financiamento por crowdfunding, patrocínios privados e uma quota de receitas de licenciamento de imagem/merchandising revertida para programas municipais de desporto juvenil.
4. Narrativa educativa no local: painéis que expliquem o percurso do Marquês e de Ronaldo — do reformismo setecentista à excelência contemporânea — para que a praça conte a história completa de Portugal: quem fomos, quem somos, para onde vamos.
Salvaguarda patrimonial
Esta petição não apaga a história. Recontextualiza-a: preserva-se o monumento do Marquês em espaço apropriado, com leitura crítica e valorização museológica, enquanto a rotunda — porta simbólica da cidade — ganha um emblema da Portugalidade moderna.
O que pedimos
• Abertura do procedimento oficial para estudo da viabilidade técnica e patrimonial.
• Lançamento de consulta pública e concurso de ideias.
• Compromisso de transparência, qualidade e participação cidadã em todas as fases.
Assinamos porque acreditamos num Lisboa que honra o passado sem medo do futuro.
Porque Ronaldo no Marquês é mais do que uma estátua: é uma declaração — Portugal não é só memória; é ambição, excelência e mundo.
Assina. Partilha. Faz acontecer.