Manifesto contra a construção de uma mesquita no Porto
Para: Residentes Portuenses
Nós, cidadãos preocupados com a preservação da nossa identidade cultural, social e urbanística, manifestamos a nossa opinião contra a construção de uma mesquita em Portugal, especificamente no Porto.
-Preservação da identidade cultural e histórica:
Acreditamos que a nossa história, tradições e valores culturais devem ser preservados e respeitados e honrados.
A instalação de uma estrutura religiosa de uma cultura complemente diferente da nossa, pode impactar a harmonia e a identidade da nossa comunidade, especialmente se não houver um diálogo amplo e transparente com todos os residentes.
Tomar uma decisão sem consultar os residentes é um acto de prepotência e que vai contra o dever dos órgãos de soberania no que diz respeito a transferência e imparcialidade.
-Integração social e coesão comunitária:
Defendemos uma sociedade integrada, onde diferentes culturas convivam de forma harmoniosa. No entanto, estamos convictos de que a cedência de património público para a construção de uma mesquita possa criar divisões ou dificultar a integração plena de diferentes grupos, especialmente não tendo existido um entendimento mútuo e uma comunicação aberta.
Face ainda número de sem abrigo a viver em situação de grave carência social, julgamos no nosso entender não se tratar de uma prioridade ceder património público para servir uma comunidade tão divergente da nossa mas sim requalificar estes edifícios para que sirvam de alojamento social aos mais desfavorecidos. Fortalecer e expandir as linhas de apoio social existe e criar novos programas de apoio
-Segurança e ordem pública:
Algumas pessoas temem que a instalação de uma mesquita possa gerar preocupações relacionadas à segurança pública. Buscando sempre garantir a paz e a segurança de todos e face à realidade existente no grande Porto e resto do país, julgamos ser perigoso normalizar a prática de cultos religiosos não cristãos.
Pedimos maior controlo e regularização de toda a comunidade imigrante na cidade do Porto, bem como a realização de aconselhamento aprovação pública dos residentes da cidade através de referendo para futuras propostas desta natureza.