Pela Realização de Novas Eleições em Portugal: Não aos Entendimentos com o Partido Socialista
Para: Exmo. Sr. Presidente da Assembleia da República
O governo atual, liderado por Luís Montenegro, está em negociações com o Partido Socialista para a aprovação do Orçamento do Estado de 2025. No entanto, muitos cidadãos se opõem aos termos dessas negociações, acreditando que elas não refletem a vontade popular nem cumprem as promessas feitas pelo partido AD no seu programa político aquando da campanha para as legislativas 2024. Com isto os eleitores sentem-se enganados por esse partido e pelo seu líder que neste momento é o atual Primeiro Ministro e esta petição exige novas eleições, para que o povo possa decidir o futuro do país.
As negociações com o Partido Socialista não refletem a vontade da maioria da população nem, as promessas feitas por Luis Montenegro durante a sua campanha estão a ser levadas a bom porto, na medida em que, a população deixou uma mensagem bem clara nas últimas eleições, nós queremos um governo com politicas de direita e a governar á direita.
O governo atual estar comprometendo o seu mandato ao aceitar condições que não foram aprovadas nas urnas.
As novas eleições oferecem uma oportunidade justa para os cidadãos voltarem a escolher um caminho diferente para o país.
Exigimos ao parlamento que escute a vontade do povo, baseado no artigo 1.° e 2.° da Constituição da República Portuguesa,
e convoque novas eleições. A democracia deve prevalecer, e o futuro de Portugal não pode ser decidido em acordos políticos sem a consulta popular.
Princípios fundamentais
Artigo 1.º
(República Portuguesa)
Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária.
Artigo 2.º
(Estado de direito democrático)
A República Portuguesa é um Estado de direito democrático, baseado na soberania popular, no pluralismo de expressão e organização política democráticas, no respeito e na garantia de efectivação dos direitos e liberdades fundamentais e na separação e interdependência de poderes, visando a realização da democracia económica, social e cultural e o aprofundamento da democracia participativa.