Ilegalização do PS (Partido Socialista).
Para: Assembleia da República
Eu estou a criar esta petição com o objetivo de que o PS (Partido Socialista) seja ilegalizado, já que eu tinha prometido que se a direita tivesse maioria nas eleições legislativas de 2024 (o que acabou por se verificar) iria fazer esta petição. O PS foi fundado a 19 de abril de 1973 por Mário Soares, estando a pouco mais de um mês de comemorar os 51 anos de existência, sendo que nos últimos 50 anos de democracia governou metade (25). O primeiro governo PS foi entre 1976 e 1978, com Mário Soares, governo que deu origem à primeira bancarrota. O segundo governo PS foi entre 1983 e 1985, novamente com Mário Soares, governo que deu origem à segunda bancarrota. O terceiro governo PS foi entre 1995 e 2002, com dois mandatos de António Guterres (o primeiro entre 1995 e 1999 e o segundo entre 1999 e 2002), ambos em governos minoritários de maioria relativa. A segunda legislativa deveria ter durado até 2003, mas devido à derrota do PS nas eleições autárquicas de 2001, o atual secretário-geral da ONU demitiu-se e foram convocadas novas eleições autárquicas em 2002, desta vez ganhas pelo PSD com o primeiro-ministro Durão Barroso. Em 2005, Pedro Santana Lopes foi demitido por Jorge Sampaio, que dissolveu a Assembleia da República e convocou novas eleições legislativas. Apesar de o antigo presidente do Sporting ter voltado a concorrer, José Sócrates acabou por vencer com maioria absoluta, a primeira na história do Partido Socialista e a terceira na história da democracia depois das maiorias absolutas de Cavaco Silva (PSD) em 1987 e em 1991. José Sócrates foi primeiro-ministro entre 2005 e 2011, sendo que o primeiro mandato foi de maioria absoluta e o segundo foi de maioria relativa. A governação de José Sócrates foi marcada maioritariamente pela negativa, de destacar positivamente apenas a criação de algumas obras públicas como várias autoestradas e o Túnel do Marão na A4 entre Amarante e Vila de Rei. Governo que terminou na 3ª bancarrota e na chamada do FMI. José Sócrates demitiu-se e sucedeu-lhe António José Seguro. Foram marcadas eleições legislativas em 2011 que foram ganhas por Pedro Passos Coelho, que foi primeiro-ministro entre 2011 e 2015 e que é tão criticado pelos socialistas com o célebre "A culpa é do Passos". Em 2015, Pedro Passos Coelho voltou a ganhar as eleições legislativas, mas desta vez sem maioria de direita e havendo maioria de esquerda António Costa formou uma geringonça com o BE e com o PCP com o objetivo de salvar a sua imagem política. Governou entre 2015 e 2023, sendo que voltou a ganhar em 2019 mas sem maioria absoluta e com nova geringonça com o BE e com o PCP. A segunda legislatura de António Costa deveria ter durado até 2023, mas devido ao chumbo histórico do Orçamento de Estado para 2022 o Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa dissolveu o parlamento e convocou novas eleições legislativas para 2022, onde o PS de António Costa voltou a vencer com maioria absoluta. Esta governação deveria ter durado até outubro de 2026, mas devido à instabilidade causada por várias demissões e pelo ciclo de estagnação económica e social do país e destruição dos serviços públicos, bem como ao caso do hidrogénio e do lítio, a 7 de novembro de 2023 António Costa anunciou a sua demissão e dois dias depois Marcelo Rebelo de Sousa convocou eleições legislativas para 10 de março, que vieram a ser ganhas pela AD (Aliança Democrática), acabando com um ciclo socialista que durou 21 dos últimos 28 anos. Devido à destruição da democracia e do país e devido aos sucessivos escândalos de corrupção que têm marcado as governações socialistas, acho que é fundamental para o bem da democracia portuguesa o PS ser ilegalizado.