Falta de manutenção das docas de Lisboa e suas estruturas
Para: Administração do Porto de Lisboa
Serve o presente documento para apresentar o desagrado com as condições de manutenção atuais das docas de Lisboa, cujo tempo de resposta para reparações que se querem urgentes é muito lento ou em algumas situações, nem está a ser feito.
Apresentamos de seguida alguns exemplos:
1. Dragagem das docas
A dragagem das docas deve ser feita de forma a garantir que a entrada e saída das embarcações seja feita em segurança com a devida margem de profundidade na maré baixa.
Apresentando um caso em específico, a Doca de Santo Amaro não está navegável na maré vazia por embarcações com calado de 1,40M ou superior, sendo que nesta mesma doca há embarcações com calado de 2M. Muitos são os barcos que neste momento na maré vazia ficam a bater no fundo dentro da marina (mesmo no seu lugar), sendo que a zona mais rasa se encontra no corredor central à boca da doca.
A deterioração das embarcações devido a falta de manutenção da doca será da responsabilidade da APL. Os danos serão diagnosticados e os custos de reparação apresentados a esta entidade.
2. Estruturas flutuantes
As tábuas de madeira e placas de metal dos pontões flutuantes precisam de melhor fixação. Muitas têm os parafusos a saltar e já houve acidentes com pessoas que tropeçaram e se lesionaram devido a esta situação.
3. Eletricidade
Muitos são os pimenteiros que apresentam danos e não funcionam. Alguns deles deixam inclusivamente entrar água para a zona interior, o que coloca em risco quem utiliza estas estruturas.
O que pedimos:
- Manutenção preventiva e corretiva de todas as zonas à responsabilidade da APL.
- Medições periódicas das profundidades nas zonas de acesso às docas e dentro das mesmas, com respectiva dragagem sempre que necessário.
- Maior rapidez na resolução dos problemas acima apresentados das estruturas flutuantes da doca.