Fim à Supressão de Comboios
Para: Presidente da República; Presidente da Assembleia da República; Presidente das Infraestruturas de Portugal; Presidente dos Comboios de Portugal
É de mencionar em primeira instância que todos nós fazemos o país que nos identifica.
As elevadas greves que se encontram num país tão demograficamente dinânimo como Portugal, começam a ficar incomportavéis.
Sendo uma das artérias do progresso, o sistema ferroviário busca levar cidadãos para o seu trabalho diariamente para pagar o que têm e o que não têm, especialmente os impostos e taxas de juro.
Se porventura existe uma greve de funcionários que operam direta ou indiretamente com as linhas férreas, todos os cidadãos que utilizam este meio de transporte terão a sua vida dificultada, e o seu rendimento e credibilidade reduzidos. No fim, problemas surgem mais que as soluções.
O resultado acaba por ser uma bola de neve... As pessoas que contribuem, pouco o podem fazer, e o Estado acaba por ter poucas receitas, caindo sobre todos (inclusive aqueles que fazem a greve) e o ciclo recomeça.
Não mais!!
Que o Plenário veja que em dias de greve, a normal circulação na ferrovia aconteça, sem prejudicar os seus utentes. A contrapartida, é que todos os envolvidos das companhias que englobam a esfera de envolvência sobre a ferrovia, trabalhem sem reclamar um euro sequer do cidadão que usufrua o transporte, não só somente por lazer, mas sobretudo aquele que quer ter a possibilidade de pagar para os seus e que no processo, possa contribuir para todos nós ao dirigir-se para o seu local de trabalho.
Nós todos somos o Estado. Viramos as costas em nome do individualismo, e não passamos de animais da selva sem ordem nem temperança. Cabe a todos nós, pensarmos e olharmos para o lado e ver o seu concidadão não como um número, mas como semelhante.