Rui Santos, o Incendiário encapuzado
Para: Ex.mo senhor presidente da administração da TVI/CNN
É inequívoco que as opiniões do comentador Rui Santos não são unanimes no seio da comunidade portuguesa, contudo de há algum tempo a esta parte, as opiniões do referido senhor, têm um efeito incendiário e cada vez mais devastador, da capacidade que os menos cultos têm de entender que, apesar da sua suposta isenção, tal como o mesmo senhor diz em entrevista antiga "tem um fraquinho por um clube especifico".
Pior do que ter um pirômano a dar a sua opinião, é ter um pirômano encapuzado de isento que utiliza como principal arma aquele velho ditado de "Uma mentira dita muitas vezes, passa a ser verdade".
É isto que Rui Santos vem fazendo ao longo do tempo, inclinando a opinião publica, fazendo dos menos instruídos autênticas marionetas mexidas pelos inúmeros disparates que lhe saem pela boca.
Digo disparates uma vez que, não quero nem imaginar que este comentador isento receba algum tipo de avença para que, propositadamente, tenha este tipo de discursos, o que seria ainda mais demonstrativo da sua falta de valores.
Face ao exposto, e, tendo em conta que no que toca a audiências não são igualmente grande coisa ( como o dito cujo também não o é) não vejo outra alternativa para a direção dos canais referidos supra, que não seja, tomar uma atitude e rever este programa, ou, no mínimo este programa no formato atual que mais parece um espaço de auto ajuda.
No caso de terem intenção de manter o programa, proíbam o senhor de continuar com este tipo de comentários incendiários e enviesados e alterem os moldes do programa para analises estatísticas apenas, por exemplo. Alguma coisa onde não tenha que ser ele a dar a sua própria opinião que, quando não é isenta como a entrevista do mesmo admite, tem o efeito oposto ao esperado.
Se, os valores pelos quais se regem estas estações independentes são, de facto, aqueles que apregoam, não podem compactuar com este tipo de incendiários que a única coisa que conseguem gerar é, ódio entre as partes, extremismo entre associações desportivas e, por ultimo, tem exatamente o efeito contrario aquele que supostamente move o comentador, "a pacificação do futebol português".
Dizer ainda que, para além de tudo o referido anteriormente, as qualidades jornalísticas, comunicacionais e interventivas deste senhor parecem ter ficado no tempo em que nem a TVI ainda nem existia e onde a RTP tinha imagem a preto e branco, acrescentando zero a qualquer ouvinte que tenha um QI superior ao de uma galinha.