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Medidas para combater o bullying

Para: Ministério da Justiça, Provedoria da Justiça ,Assembleia da República Portuguesa

Somos três mães, a Marta Veloso, a Susana Camargo, a Inês Quintela . Temos em comum o facto dos nossos filhos terem sido agredidos em contexto escolar .
Esta petição não é sobre nós.
É sobre o Luís Santiago, o Gustavo e a Helena . E por todas as crianças que frequentam estabelecimentos de ensino em Portugal.
As nossas crianças sofreram bullying físico e psicológico e nem o ministério de educação nem os agrupamentos ( e são três, distintos) souberam proteger, desvalorizaram e negaram até ter acontecido quando houve o Luís que ficou internado uma semana em Santa Maria, o Gustavo que chegou a casa com sangue nos genitais e a Helena que mesmo no chão, já inconsciente continuou a ser pontapeada.
Mas ninguém vê. Ou levantam a voz para caluniar crianças e pais com insinuações completamente aberrantes.
Prometemos lutar, pelos nossos filhos e pelos vossos, até ao fim. Para que as escolas e agrupamentos deixem de fechar os olhos à crueldade.
Porque uma escola sem crianças não é uma escola. É apenas um edifício.
A nossa proposta é a do governo ponderar:
-Passar o bullying a crime público
-Quando os agressores forem impossibilitados de cumprir pena, que a mesma transite de imediato para o seu tutor legal, seguindo as leis que constam no código penal, desde multas a penas de prisão efetiva, ainda que por tempo relativo. Acreditamos que se os pais souberem que podem ser responsabilizados eles próprios pelas "asneiras" dos filhos, se empenharão mais na sua educação e os instruirão a dizer sempre não à violência.
- Restruturação das escolas e agrupamentos. Quando uma criança chora, não se ignora, as vítimas de bullying raramente dizem seja à professora ou até aos pais o que se passa, até que comece a ser demasiado óbvio.
Perdemos a conta à quantidade de casos de vítimas de bullying em Portugal e os agrupamentos agem quase todos da mesma forma. Tentam que passe incólume. Alguns pais são intimidados , ameaçados e não há qualquer tipo de castigo para quem perpetuou o dano.
O Ministério da Educação deveria ter inspetores IMPARCIAIS que periodicamente e sem avisar pudessem ir às escolas , sem aviso e fazer um relatório do que assiste.
- A inserção de colóquios obrigatórios com progenitores de vítimas de bullying, agentes da autoridade e psicólogos para todos. Pais, crianças , professores e auxiliares. Há que mostrar e tornar nítido às crianças que bater, esmurrar, pontapear um colega pode dar muito mau resultado.
Salientamos que apesar de diretamente a culpa não ser do Ministério, só o isentará de culpa quando existirem penas efetivas dos responsáveis , um apoio constante por parte da direção da escola, afinal não são todos os dias que vai uma criança para o hospital em estado grave.
Há que formar as crianças que sempre que visualizarEm um colega a ser espancado, gozado, insultado deverão de imediato queixar-,se a alguém.

Como nós, existem centenas de mães que choram pelo sofrimento dos seus filhos em agressões ocorridas em contexto escolar.
Casos tão graves como os nossos que estão mediatizados, e assim estarão até sermos ouvidas, e termos por parte do Ministério quem assuma publicamente que é aos seus estabelecimentos que deixamos os nossos filhos .Que exigimos a proteção dos mesmos e que acabem os conluios entre direções de agrupamentos com professores e pais dos agressores. EXIGIMOS JUSTIÇA PARA OS NOSSOS FILHOS E PARA TODOS AQUELES QUE PASSAM PELO MESMO.



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