Não ao óleo de palma e derivados nos produtos alimentares e outros
Para: Parlamento Europeu
A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos, juntamente com a Organização Mundial de Saúde advertiu que os ésteres glicidílicos de ácidos gordos, formados durante o refinamento de óleos vegetais – são cancerígenos e genotóxicos.
O consumo de óleo vegetais refinados, sobretudo o óleo de palma é o mais perigoso de todos, contribuindo para aumentar o risco de cancro, fazendo com que as células cancerígenas se tornem mais agressivas, fazendo com que o óleo de palma, contribua para o desenvolvimento da grande maioria de cancros com metástases, tornando este tipo de cancro mais agressivo, pois faz com que se espalhe pelo corpo. Estima-se que a metástase seja responsável por 90% de todas as mortes por cancro.
Esta pesquisa foi descoberta por cientistas do Instituto de Pesquisa em Biomédica de Barcelona.
O óleo de palma está presente em grande parte da alimentação, com grande destaque para muitos alimentos consumidos por crianças (produtos de pastelaria, bolachas, batatas fritas, chocolates, gelados, etc.). Dá que pensar o aumento de incidência de cancro em crianças desde os últimos tempos.
O consumo de óleo de palma no uso alimentar e não só, além de prejudicar gravemente a saúde da população, contribui para o agravamento da desflorestação de florestas tropicais do planeta e consequente extinção de diversas espécies selvagens, que vêem milhões de hectares do seu habitat destruídos para serem substituídas por extensas plantações de óleo de palma a serem usados como biodiesel.
Por amor às nossas crianças, à saúde e aos direitos humanos, podemos contribuir para a proteção dos animais, da floresta e as suas comunidades, das consequências devastadoras que o óleo de palma proporciona.
É hora de agir!