Contra o acolhimento de “refugiados” afegãos em Portugal e na Europa
Para: Sua Excelência o Presidente da República, Sua Excelência o Presidente da Assembleia da República, Sua Excelência o Primeiro-Ministro
No seguimento da infausta gestão norte-americana dos já prolongados conflitos no Afeganistão e da tomada do poder por parte dos terroristas talibãs, a Europa globalista prepara-se para abrir as portas a um interminável número de “refugiados” afegãos, trazendo à memória os falsos refugiados sírios que, em 2015, invadiram à Europa, e em particular a Alemanha, trazendo consigo mais insegurança e criminalidade, como também o firme desejo de instauração de uma cultura islâmica.
Portugal, profundamente afectado pelas sucessivas más gestões políticas e económicas internas, a que se soma a contínua interferência externa, nomeadamente da União Europeia, não pode, de modo algum, acolher um único “refugiado”, a não ser que pretenda enveredar pelo labirinto em que entrou estouvadamente a já aludida Alemanha. A solução não é adoptar uma postura globalista de acolhimento, nem muito menos pactuar com uma islamização ainda mais acentuada da Europa. Até que possam regressar tranquilamente ao Afeganistão, os países vizinhos, que perfilham de ideologias semelhantes, podem receber esses “refugiados” em campos de acolhimento criados para o efeito. Recusamos veemente que as instituições nacionais, sejam públicas ou privadas, que não raras vezes não cumprem os seus deveres para com os cidadãos portugueses, se transformem súbita e dissimuladamente numa teia de “ONG’s” destinadas ao acolhimento de “refugiados” afegãos.
Duas décadas depois da condenável actuação norte-americana no Afeganistão, somos confrontados com a negligência das sucessivas Administrações e, ao mesmo tempo, com a desorientação que reina na NATO. Assim, Portugal, à semelhança de países como a Áustria e a Suíça, deve assumir uma firme postura de não abrir a porta a nenhum dos “refugiados” afegãos, batendo-se internacionalmente para que o mesmo aconteça na Europa, cada vez mais enfraquecida e pusilânime para reassumir as intrépidas posições políticas de outrora.
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Actualização #1 Encerramento
Criado em 26 de agosto de 2021