Instauração de novos horários para os centros comerciais
Para: Presidentes de câmaras, Presidentes de Freguesias, Presidente da República, Primeiro-ministro, Presidente da Assembleia da República e Assembleia da república
A pandemia veio mudar os nossos habitos de consumo. Com efeito, com o fecho dos centros comerciais e dos supermercados (horários mais curtos), os portugueses deram uma nova oportunidade aos pequenos comerciantes de rua e de bairro.
A entrada dos centros comerciais modernos no nosso País nos anos 80 veio matar aos poucos os nossos pequenos comerciantes e as nossas lojas históricas, que hoje somos obrigados a criar programas para as salvar.
Além disso, ao nível Europeu a maior parte destas superfícies têm horários ditos normais onde os colaboradores tem vida fora do seu emprego e tem um maior bem-estar. A mudança dos consumos durante a pandemia faz com que o nosso País tenha que se adaptar a estas novas realidades e continuar aavançar nesta dinâmica e não voltar ao o que era antes, o antes estava errado e passado é passado. As diferentes entidades governamentais não podem continuar a privilegiar e avantajear as grandes empresas e grupos retalhistas nacionais e internacionais. O Governo tem que apostar nos pequenos e dar mais qualidade de vida e bem-estar aos colaboradores destes supermercados e centros comerciais e ao povo fazendo/criando/instaurando:
- Horários das lojas dos centros comerciais, supermercados (rua e centros comerciais): 10h-20h; parte cinema: aberto até a última cessão;
- Domingos: supermercados abertos das 8h-13h; centro comerciais fechados menos a parte cinema;
- A cidade/vila dos 20 minutos: organização urbanistica das vilas e cidades onde os cidadãos tenham acesso em 20 minutos das suas casas, a pé ou em bicicleta, a maioria das suas necessidad essenciais (farmácia, mercearia, sapateiro, cabeleireiro, talho, peixaria, etc). Este conceito urbanístico permite voltar ao regreso a um “modo de vida local” onde diminuiria a dependência dos portugueses aos caros, aumentaria a promoção dos nossos pequenos comércios e consumo local e nacional.
- Rehabilitar todas as praças e mercados;
- Incentivar os jovens a criarem emprego próprio na agricultura de maneira a nossa agricultura mais competitiva e sermos menos dependente das importações quando o nosso País produz de tudo.
NÃO PODEMOS VOLTAR AO ANTES, SERIA O MAIOR ERRO DO NOSSO PAÍS!
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