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Reposição da subida à Liga Placard de Ladoeiro e Amarense e reformulação dos regulamentos da FPF

Para: Pessoas

MANIFESTO

Pela reposição da subida à Liga Placard de Ladoeiro e Amarense e pela reformulação dos regulamentos da FPF nesta matéria.

Eu Fernando Gil Teixeira, com o cartão de cidadão nº 14714208, enquanto primeiro assinante desta petição venho exigir à FPF:

1. A imediata repoisção da subida à Liga Placard das equipas Ladoeiro e Amarense;
2. A criação de uma comissão para a reformulação dos regulamentos da FPF nesta matéria, que não oiça só as associações de futebol distritais, mas também os próprios clubes das várias regiões do país que não se consideram representados por estas nas instâncias nacionais, para conseguir encontrar soluções de equidade que neste momento não existem.

MOTIVAÇÕES DO MANIFESTO:

1. O desporto e o futsal são e têm de ser um mundo de sonhos. O futebol e respetivas derivações surgiu com o objetivo de criar sonhos na classe operária britânica e mostrar que todos, independentemente do nosso estrato social e da nossa proveniência podíamos sonhar e ter oportunidades iguais de atingir o estrelato e ser os melhores em algo;
2. O desporto deve funcionar como exemplo para a sociedade e assumir as causas que importam a estas e às comunidades locais, devendo ser o PRIMEIRO a pugnar por uma coesão territorial efetiva e equitativa, que promova a integração dos clubes do Interior e a sua efetiva proteção, não por critérios de desigualdade, mas sim de equidade;
3. Não é equitativo e é aliás desleal definir novos critérios a meio de uma temporada para a própria temporada em vigor que se apliquem diretamente às novas equipas que subam sem dar a estas um período de carência de pelo menos uma temporada para que consigam criar condições para tal;
4. Não é equitativo pedir a um clube de uma aldeia do Interior do país que consiga ter todos os escalões de formação para poder participar numa prova principal de seniores e ser entidade formadora. Quando nos candidatamos a um emprego, os recrutadores também não avaliam as notas escolares dos nossos filhos para nos escolherem;
5. Não é equitativo aplicar os mesmos critérios númericos e qualitativos a clubes de grandes polos urbanos e a clubes de realidades e densidades populacionais opostas, pedindo que o Ladoeiro consiga ter tantos escalões de formação como uma equipa como o Sporting ou o Benfica;
6. Não é equitativo pedir a um clube de uma aldeia com menos de 1.000 habitantes que consiga ter um departamento de formação a funcionar e a cumprir requisitos cumpridos por uma equipa que joga numa capital com 500.000 habitantes;
7. Não pode o desporto ditar que equipas do Interior não possam ter o sonho de subir numa boa época que realizem, apenas por não terem obtido um licenciamento que não tem qualquer efeito prático ou todos os escalões de formação operacionais;
8. Não pode um distrito inteiro ficar sem qualquer equipa numa prova nacional de futsal porque, mesmo sabendo que existe uma realidade desigual no acesso ao desporto conforme a região de proveniência, a FPF não acautele acessos diretos e normas equitativas que garantam que pelo menos o campeão distrital de um distrito do Interior possa ter essa subida direta sem participar em Taças Nacionais, uma medida que não seria desigual, mas sim equitativa, porque o que se quer e o que se precisa não é igualdade, mas sim equidade, que o comboio da igualdade já passou há demasiado tempo e foi perdido pelas instâncias do desporto nacional;
9. O único critério que devia ter o poder de impedir uma equipa de subir de divisão devia ser o não cumprimento das obrigações legais com os jogadores do plantel, profissionais ou não, que dedicam a sua vida a esta causa e têm de ser protegidos, e não constantes taxas de pagamento que empurram os clubes cada vez mais para o fundo e que fazem com que certos distritais tenham apenas cinco ou seis equipas ou não aconteçam sequer, de resto, deve sempre subir aquele que vencer dentro das quatro linhas com justiça e mérito próprios;
10. A solução de apoio aos clubes devia ser no alívio de medidas e na compreensão e nunca, em altura pandémica, criar empréstimos de acesso fácil, quando os clubes não se vão endividar para salvaguardar o seu futuro quando já estão em situações de crise;
11. O verdadeiro desporto só estará protegido e salvaguardado quando todas as regiões tiverem representantes nas provas nacionais e quando de facto acontecer desporto em todo o país, para que todos os adeptos lhe possam aceder e vibrar nas bancadas, se não estará o desporto a tornar-se também só mais um negócio sem valores e desvirtuado;
12. O desporto não pode alegar em situação alguma não querer ingerir em questões políticas ou sociais quando perante injustiças visíveis tem uma posição neutra, pois aí estará o próprio desporto a tomar uma posição.



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