Petição para acabar com a violação de direitos e liberdades individuais
Para: Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República
Pretendo o fim de um jogo que terceiros fizeram da minha vida. Qual? Sinceramente, nem eu sei, mas sei sim, o que passo e o que vivo.
Como estar a pedir ajuda para alguma coisa que me acontece diariamente, há anos, que nem sei se consigo explicar?
O certo é que tenho que parar com abusos, por parte de outros na minha vida, no meu espaço pessoal e nas minhas liberdades. Essas pessoas não me são nada a mim e afetam-me a vida a todos os níveis, já há anos, tanto na minha esfera pessoal, privada, íntima e social.
Há algum tempo, longos anos até, que me dou conta de que existem pessoas, que a mim me são desconhecidas e outras conhecidas, que fazem comentários comigo perto, para o ar, em relação a alguma coisa que eu tenha feito em casa, por exemplo, quando muitas não as conheço e outras não tinham como saber. Tentei sondar as conhecidas, mas sem êxito, nunca essas me confirmaram o que quer que fosse.
Primeiramente, descansei-me a mim própria e convenci-me de que seriam coincidências, mas assim tantas, há tanto tempo, seriam de estranhar!
Não é correto nem justo as pessoas invadirem-me a vida e proferirem-me uma série de ofensas, insultos, convites ordinários e faltas de respeito, dentro de minha própria casa, quando essas mesmas pessoas nem cá vivem, nunca viveram, não os convidei para cá estarem e quando a casa nem sequer é deles!
Nunca dei autorização a ninguém para expor publicamente a minha vida, nem sou conivente com isto, nem nunca fui, e tudo o que se passa é contra a minha vontade. Não sou obrigada a ter de suportar gente desta, quando já me prejudicaram tanto e ainda tenho que levar com gozos, humilhações e ameaças à minha integridade física.
Já fiz queixa às autoridades competentes e existe já um processo em curso, desta vez, porque antes tive duas tentativas falhadas em que apenas a PSP me sugeriu que me acalmasse.
Peço que assinem esta petição caso até tenham, por algum meio, acesso ou conhecimento deste caso, uma vez que a justiça é lenta e tardia e, porque só consegui fazer queixa daquilo que se passou apartir do ano passado, quando já foi bem pior antes, pelo menos em comportamentos e atitudes contra mim e tantas outras coisas reprováveis, que nem aqui menciono.
Isto de que me queixo já acontece, no mínimo, há 15 anos.
Ninguém é obrigada a sentir o que não sente, nem isso se pode impor a ninguém, por meio de pressão psicológica ou de outra tentativa de destabilização mental de alguém, incutindo-lhe sofrimento emocional.
Posso identificar as pessoas que o fazem, conheço-as de vista, não sei se me poderá escapar o nome de alguma, mas das que tenho a certeza que cá vi dentro de minha casa, que a invadiram e com recurso a substâncias ilícitas abusaram de mim são: um tal que se nomeia com a alcunha de Gonza Aznog, Marco Alexandre, Mauro Correia, Sandro Almeida e Paulo Oliveira. Todos eles da cidade de Viseu e este último de Lisboa.
Obrigada pela vossa atenção e credibilidade.