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Apoio ás famílias de trabalhadores essenciais

Para: Ex.mo. Senhor Presidente da Assembleia da Republica; Ex.mo. Sr. Primeiro Ministro; Ex.ma. Sra. Ministra da saúde; Ex.mo. Sr. Ministro da Educação; Ex.ma. Sra. Diretora da DGS; Ex.ma. Sra. Diretora-geral da ACT

Não faz qualquer sentido a falta de apoio remunerado aos profissionais essenciais, de famílias em que o agregado familiar, assim como famílias monoparentais, desempenham funções essenciais, assim como (Profissionais de saúde, profissionais de segurança, proteção civil, de apoio à população mais vulnerável, etc.) com filhos menores de 12 anos, quando todos os outros profissionais de outras áreas são apoiados, obrigando os profissionais essenciais a “abandonar” os filhos ao cuidado de desconhecidos.

Não faz sentido abdicar do direito de assistência à família, quando o agregado familiar seja composto por profissionais essenciais, sendo estes profissionais penalizados com a não remuneração.

Começando pelo facto da habituação dos nossos filhos, nesta altura excecional que vivemos, que não podemos acompanhar normalmente a adaptação dos nossos filhos na nova instituição e às pessoas que lá desempenham funções, fazendo com que a adaptação não seja nada fácil, sabendo nós a dificuldade que temos sempre que temos que mudar os nossos filhos, numa altura normal, não permitindo que possamos desempenhar as nossas funções profissionais sem ter receio do bem estar emocional dos nossos filhos, assim como do nosso.

Tendo em conta que alguns dos estabelecimentos de acolhimento alternativos para os nossos filhos, têm que ser pagos, quando já estamos a pagar a creche que normalmente os acolhe para podermos manter a vaga.

Nestes estabelecimentos alternativos, nem sequer nos é permitido levar de casa a alimentação dos nossos filhos, não podendo ser atendidas as necessidades alimentares assim como, não podermos ter qualquer controlo da qualidade das necessidades alimentares dos nossos filhos.

A localização das instituições, fora da área de residência, torna muito difícil a dinâmica de deixar os nossos filhos, assim como a recolha, visto que estes estabelecimentos têm horários específicos e há um período de tempo que os nossos filhos poderão ficar sem o acompanhamento adequado.

Os nossos filhos não são profissionais de saúde são apenas crianças que como todas as outras têm as suas fases de crescimento e de adaptação, e nós não somos apenas profissionais de saúde somos também pais que estamos a sentir nos obrigados a prescindir do bem estar das nossas crianças para podermos dar lhes de comer, pois não somos por lei obrigados a colocá los nestes centros de acolhimento mas se não o fizermos e optamos por ficar com eles não temos qualquer tipo de apoio nem remuneração.

Nós queremos trabalhar e sabemos o quanto somos necessários nesta altura de pandemia que todos vivemos mas se tivermos que escolher entre o nosso trabalho e o bem estar dos nossos filhos acho que escolhemos sem dúvida os nossos filhos.
Para isso só precisamos de condições para os nossos filhos.

As escolas estão encerradas mas os educadores estão lá a fazer as atividades não presenciais, sendo que seria mais fácil receberem na instituição já frequentada pelas crianças as mesmas de forma a que o dia das nossas crianças não seja fora do ambiente pedagógico ao qual estão já inseridas.
Não queremos deixar os nossos filhos longe das nossas residências nem com quem não conhecemos pois muitos deles devido a idade nem lá ficam a não ser que seja a chorar todo o nosso turno de trabalho.



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