Literacia Financeira e Fiscal como disciplina obrigatoria nas Escolas
Para: Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da Republica e Exmo. Primeiro-Ministro,
Em Portugal, a escolaridade obrigatória abrange atualmente dos 6 aos 18 anos de idade ou até à conclusão do 12º ano de escolaridade. Momento esse, em que os jovens podem integrar o mercado de trabalho, quer como trabalhadores por conta de Outrem, quer como trabalhadores independentes.
Verifica-se contudo um elevado nível de ileteracia financeira e fiscal em Portugal, não só nos jovens como também em adultos, incapazes de interpretar o seu próprio recibo de vencimento salarial, de analisar a sua declaração de IRS (mesmo quando esta é feita por terceiros), etc. A maioria dos jovens não sabe utlizar uma máquina de multibanco para levantar dinheiro, não sabem o que são contas poupanças, IMIs e IUCs.
No entanto integram um mercado de trabalho, uma vida social, tem carro e não sabem o minimo que deveriam saber.
Num país caracterizado como desenvolvido, não é admissivel tal facto.
É preciso implementar o interesse por estas matérias, que farão parte da vida adulta destes jovens.
É por isso nossa sugestão, que se crie uma disciplina obrigatória nas escolas que aborde estas matérias, onde se possam desenvolver exercicios com casos práticos concretos.