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A opinião e razões dos signatários da Petição: Pelo fim das praxes académicas, para Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, Exmos Ministros do Governo, Ex.mo Senhor Presidente da República, Meritíssimos Reitores das Universidades, Ex.ma Senhora Presidente da Assembleia da República, cidadãos,

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salvador r.considero que quem se sujeita ás praxes, não se encontra em condições psicológicas de as rejeitar
Andreia G.Sempre fui contra praxes. Talvez porque sempre tive medo das mesmas, era algo que me faria faltar na primeira semana de Universidade. Além disso são humilhantes, não é assim que se dá as boas vindas a ninguém.
Luciano R.Concordo totalmente. Se os estudantes não sabem decidir onde podem ir os seus limites, têm que ser travados, a fim de não haver mais mortes... Considero aquelas acções uma monstruosidade.
CIDÁLIA M.para que um dia os meus filhos não venham a sofrer o mesmo... Não é preciso praxes para integração....
Rui M.Contra a submissão, contra a prepotência, contra os futuros dirigentes que se encontram no poder...com certeza aceitaram estas praxes e querem continuar a praxar o povo português.
Maria S.As praxes precisam de ser incluidas urgentemente no mesmo grupo criminalizado das torturas, bulingue e outras violencias terríveis.
Luisa A.Vamos terminar com tanta selvajaria! As universidades devem formar gerações de jovens adultos defensores e praticantes de valores como a solidariedade, a liberdade, a fraternidade e o sentido do dever . Os seres humanos devem ser dignificados e não humilhados.
Carlos S.Tenho 59 anos, conclui dois cursos industriais (quando o ensino médio profissional era duro) frequentei dois cursos superiores e concluí um, fui presidente de uma associação de estudantes e nunca permiti que me "pranchassem" nem a outros. É triste de dizer, mas já era graduado em artes marciais, com bastante pujança física, com capacidade de líder e só por isso é que consegui manter estas atitudes. A lei da força para obter respeito. Presenciei no decorrer dos anos de "bastantes anormalidades" em várias outras instituições de ensino superior, tenho um filho com 10 anos, espero conservar alguma capacidade de intervenção para o poder defender, na altura dele.
Fernando S.As praxes são a prática de um poderzito de trazer por casa com consequências por vezes imprevisíveis não aportando nada á formação ou integração individual. Pura e simplesmente não têm qualquer justificação para existirem.
António O.Eu sou contra porque um aluno não precisa disto para nada para ser entregado na universidade.
José B.É uma vergonha É um escândalo E é um crime com contornos cada vez mais violentos e contra producentes de um estado de direito que se pretende (minimamente) civilizado
Gustavo L.Estudei num país, EUA, onde este tipo de actividades é altamente proibido e, onde os caloiros são obrigados a assinar termo de responsabilidade denunciando praxes e outras actividades ilícitas que ocorram dentro e fora da Universidade. Por lá, é a própria Universidade que trata de integrar os novos alunos, durante uma semana com visitas a todos os departamentos, academias e, clubes desportivos. As universidades e os seus alunos são altamente responsabilizados por quaisquer actos errantes como esta tragédia a que temos assistido! De resto, nada me surpreende duma universidade onde sistematicamente saem notícias que apenas apelam à mediocridade, banalismo e falta de liderança. Então não foi lá que um rapaz que até foi ministro, supostamente, estudou???
Isaura C.A mais tempo tivessem tido esta atitude acabar com estas praxes ridiculas e alguns praxantes
Dina S.Eu como mãe,tenho receio quando alcançarem o tempo deles chegarem a essa fase da vida afinal deveria de ser mais uma etapa positiva e não um ponto final na flor da idade como aqueles e outros jovens estudantes que apenas queriam integrar-se no sistema universitário.
João S.o cc tem o numero 005570063 2 zy3 valido 29-03-2015 concordo com qualquer atividade que promova a integração dos estudantes , não posso aceitar muitas das atuais praxes , que são violência e humilhação pura .Lamento a opinião do sr ministro que os estudantes têm o direito de resistir , têm mas é o direito de não participar e não serem incomodados que é uma coisa bem diferente . Por último mais quantas mortes , mazelas fisicas e psicológicas são necessárias para quem de direito agir ?
Joaquim V.Podem chamar-lhe o que quiserem, mas as praxes só existem, não para integração dos novos alunos, mas para os rebaixar e humilhar, quando os veteranos que lideram essas atividades, são quase sempre os alunos com pior aproveitamento escolar. A haver praxe, esses repetentes é que deveriam ser praxados constantemente. Não humilhem os outros.
Lucinda C.Tive filhos nas faculdades que tanta coisa com interesse sugeriram que se fizesse: concursos de texto, feiras de livros usados, palestras sobre temas diversos, cenas de teatro, etc. Os mais velhos riam-se, ridicularizavam, não compreendiam como podia não haver piada nas posturas de joelhos, nas cabeças rapadas e todas essas coisas de que se sabe agora. As frustrações, as faltas de orientação e tudo mais que envolve a formação de um jovem sugerem então práticas sobre os mais novos que são no fundo uma revolta nos seus fracos espíritos. Porque isso não é controlável, são muitos os intervenientes interessados e daí se diluírem responsabilidades, será bem melhor pôr FIM às praxes.
Tiago V.Integração sim, subjugação e submissão nunca!
Rosa L.Saúdo vivamente a iniciativa que tomaram pelo fim das praxes académicas. É uma prática que considero repugnante. Fui estudante universitária em Coimbra, felizmente numa época em que essa prática tinha sido abolida. É intolerável que se consinta numa prática que tem crimes de homicídio na história. E não estou a falar do que aconteceu no Meco. Muitas das praxes revelam mentes muito perigosas, de gente que fazem lembrar os naziz. Bem hajam pela vossa iniciativa
LÍDIA C.Acho humilhante qualquer praxe, já basta os alunos irem para locais longe de casa e da família, para mim isso já é um sofrimento.

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