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Retrocessos inaceitáveis nos direitos das mulheres, mães e bebés
, para Assembleia da república
Nome
Comentário
Vanessa .
Não concordo com a nova lei que querem implementar. Há tantas coisas urgentes para se preocuparem como por exemplo, as urgências de obstetrícia, sns no seu geral, a criminalidade em que o país se encontra, o poder que cada vez mais tiram aos nossos policiais, etc.. uma lista infindável de coisas urgentes a se preocuparem e é a amamentação que lhes está a fazer confusão? É incompreensível
Clélia S.
Não concordo com estas decisões. Vai contra tudo o que se tem lutado e que se conseguiu. Portugal está a regredir em vez de progredir. Ponham os olhos nos países nórdicos.
Daniela S.
Inaceitável!!!
Ana .
É completamente ridículo estas mudanças de leis! Estão a colocar o país cada vez pior! Governo sem noção nenhuma! Deviam era ir todos embora, de humanos não tem nada, são pessoas sem escrúpulos!
Denise C.
Assino para que tenhamos dignidade no trabalho e porder dar aos nossos filhos tempo de qualidade e aprendizagem.
Miriam C.
Como uma jovem adulta de 28 anos que ainda não tem filhos por receio de não conseguir estar presente pelo meu filho.. obrigada por não ficarem indiferentes quando nos tentam tirar o mínimo. Sendo o "mínimo" dado pelas empresas quase como um favor que faz muitas mulheres sentirem que estão a dever algo mesmo quando acabaram de criar uma vida. Num país que reclama que a taxa de natalidade está muito baixa mas não dá confiança para criar famílias. Além de nos faltar apoio na área da saúde e na educação ainda querem pôr os pais a trabalhar mais cedo sem conseguir proporcionar apoio psicológico ou até quando é necessário ajudar na recuperação de uma criança quando está doente. Obrigada mais uma vez
Maria .
Inaceitável é pouco. Quase 90% das famílias monoparentais são femininas. Mas os apoios continuam cegos à realidade. Agora ainda querem cortar direitos na maternidade — num país envelhecido, sem creches, sem horários compatíveis, sem visão. Apoiar mães não é um favor. É justiça. E cortar apoios não é reforma. É retrocesso. Portugal precisa de coragem, não de remendos. Não, isto não é modernização. Isto é regressão. É institucionalizar o cansaço materno, é legislar para um modelo de mulher que não existe — fria, independente, disponível e calada. Em vez de seguirem o exemplo de países como Suécia, Noruega ou Estónia — onde se investe no início da vida como prioridade nacional — continuam a penalizar quem ainda tem coragem de gerar, nutrir e educar em solo português. Portugal não precisa de menos direitos na maternidade. Precisa de mais visão, mais coragem e mais justiça. Porque apoiar mães não é despesa. É futuro.
Ana C.
Não vamos retroceder... Querem penalizar quem no cumpre ok, mas não vamos prejudicar as mães que precisam
Ana S.
Inaceitável
Marta .
Como é que possível num país que tem uma natalidade tão baixa, estamos cada vez piores
Juliana .
Cada vez mais a imcentivar a baixa natalidade e os direitos das mães
Ricardo R.
Quero apoiar a causa
Pedro F.
Nenhum direito a menos!
Joana .
Não podemos aceitar esses retrocessos!
Marisa R.
Uma vergonha para o nosso país se estas leis forem promulgadas. Que retrocesso !
Paulo P.
Sem palavras para a enormidade de retrocesso....
Raquel D.
Um retrocesso que não se compreende.
Alberta .
Sem comentários! ??
Bruno C.
Retrocesso nos direitos das mulheres e familias
Marco S.
É bom que não sejam necessárias investidas ou intervenções de mães furiosas na Assembleia da República, porque intervirão pais destas mães e maridos destas mães, também...
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