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A opinião e razões dos signatários da Petição: Anulação da Questão do Grupo III do Exame Nacional de Português de 2026, para Ministério da Educação, Instituto de Avaliação Educativa (IAVE), Direção-Geral da Educação

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João S.É inadmissivel que alunos tenham vantagens sobre outros. Ha conflito de interesses, não so da LEYA como de todos os que pagaram estes cadernos de exercicios.
Gabriela S.O exame em causa suscita algumas críticas relativamente à sua conceção e aplicação. Em primeiro lugar, levanta-se a questão da equidade, uma vez que um dos documentos utilizados (um cartoon) já se encontrava presente em materiais de apoio à preparação do exame, o que pode ter beneficiado alguns alunos em detrimento de outros. Por outro lado, a prova revelou-se extensa face ao tempo disponível, o que poderá ter condicionado a capacidade dos alunos de responder com o rigor e a atenção necessários a todas as questões. Esta desproporção entre volume de trabalho e tempo atribuído pode ter tido impacto direto no desempenho global. Acresce ainda a inclusão de um autor que não surge em provas de exame há várias décadas, o que poderá ter dificultado a preparação, uma vez que os alunos tendem a orientar o estudo com base em padrões e conteúdos recorrentes em exames anteriores. Em suma, estas situações levantam dúvidas quanto à plena justiça e adequação da prova, podendo ter influenciado de forma desigual o desempenho dos candidatos.
José S.A questão deve ser anulada, não tem sentido a sua colocação sendo que fazia parte de um livro de exercícios!
Ana S.Acho que as pessoas que não têm condições para comprar o livro são desfavorecidas, assim como aquelas que compraram o da porto editora e não o dá leya
Joana .Concordo com a anulação do grupo III
Elvin t.A ultima pergunta do exame de português devia dar nota a todos pois e injusto para quem n tinha o livro
iara .sendo aluna que realizou o exame, acho completamente injusto uma questão feita por pessoas formadas para a realização deste exame cometerem este erro! Um dos critérios desta prova consiste no sigilo e visto o que se soube houve 0 relevância dada a entidade responsável pela prova!
Paula .Acredito que para a resolução correta e justa dos exames esta pergunta devia ser anulada devido à preparação injusta que alguns tiveram em direito ao fazer a atividade igual a uma pergunta do exame consoante a desigualdade perante os alunos que nao a tiveram.
João M.completamente injusto.
Carla L.Na minha opinião, a utilização de um exercício já previamente divulgado compromete a equidade da avaliação.
Joana M.Concordo globalmente com o teor desta peticao
Maria .É a solução mais justa.
Ana S.É vergonhoso exigirem tanto aos alunos e professores e os responsáveis nomeados pelo ministério da educação para a elaboração deste exame não serem capazes de fazer melhor que isto!
Lara .Não é justo, sabendo que alguns alguns alunos irão ter vantagem perante outros!!
Guilherme .Quem tinha o livro de exames tinha vantagem
Mariana .Uma vergonha
Mariana F.Acho uma pouca vergonha
Adriana C.A situação ocorrida no Exame Nacional de Português merece uma reflexão crítica, uma vez que os exames nacionais desempenham um papel determinante no percurso académico dos alunos. Qualquer falha associada à sua realização pode comprometer a igualdade de oportunidades e gerar sentimentos de injustiça entre os candidatos, sobretudo tendo em conta o esforço e a preparação exigidos. Além disso, este tipo de acontecimentos pode afetar a confiança da comunidade educativa nas instituições responsáveis pela avaliação. Assim, torna-se essencial que sejam apuradas as causas do problema e adotadas medidas eficazes para evitar a sua repetição, garantindo que todos os alunos sejam avaliados em condições de rigor, transparência e equidade. Com isto, acredito que o necessário e correto seria colocar todos os alunos com o valor total da pergunta em questao, logo 4,4/20. Obrigada, espero que seja resolvido.
Beatriz F.Venho, por este meio, manifestar a minha profunda preocupação e discordância relativamente à situação ocorrida no Exame Nacional de Português, Prova 639, da 1.ª fase de 2026, realizado no dia 16 de junho, em que o exercício de apreciação crítica terá recorrido a um cartoon previamente presente num livro de preparação para exame. A utilização de um recurso já divulgado em material comercial de estudo levanta sérias dúvidas quanto à equidade, imparcialidade e justiça da avaliação, princípios que devem estar na base de qualquer prova nacional. Num exame com impacto direto no percurso académico dos alunos, nomeadamente no acesso ao ensino superior, é essencial garantir que todos os candidatos partem das mesmas condições. Quando um dos elementos centrais da prova, neste caso o suporte visual de uma apreciação crítica, já foi trabalhado ou disponibilizado a alguns estudantes através de um livro de preparação, cria-se inevitavelmente uma situação de desigualdade. Mesmo que não tenha havido intenção de favorecer determinados alunos, o simples facto de alguns poderem ter tido contacto prévio com o material compromete a perceção de justiça e de transparência do processo avaliativo.
Cauan .Acresce que a escolha do cartoon levanta legítimas reservas quanto à equidade da prova. Num contexto em que existe uma vasta diversidade de cartoons disponíveis, a seleção de uma obra previamente incluída num manual comercial de preparação para exames revela-se, no mínimo, questionável. Independentemente da intenção subjacente a essa escolha, tal coincidência compromete a perceção de imparcialidade do processo de avaliação e pode ter criado uma vantagem indevida para os alunos que tiveram acesso a esse recurso específico. Os exames nacionais devem assegurar igualdade de oportunidades a todos os candidatos, pelo que é fundamental evitar situações suscetíveis de gerar dúvidas sobre a transparência, a neutralidade e a justiça da avaliação.

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