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A opinião e razões dos signatários da Petição: Cidadãos contra o “Acordo Ortográfico” de 1990, para Senhor Presidente da República; Senhor Presidente da Assembleia da República, Senhores Deputados; Senhor Primeiro-Ministro, Senhores membros do Governo; Meritíssimos Senhores Juízes dos Tribunais. Aos Portugueses; Funcionários públicos; Escolas públicas, particulares e cooperativas, e respectivos Professores e Alunos; Universidades; Editoras. Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Academia das Ciências de Lisboa; Instituto de Linguística Teórica e Computacional; Instituto Camões; Imprensa Nacional – Casa da Moeda, S.A.. A todas as restantes entidades públicas e privadas

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Jorge M.Embora não concorde com todo o texto da petição, concordo com grande parte da exposição e com os seus objectivos, e sublinho que a principal aberração, desta feita jurídica, foi ter sido aprovado um 2º Protocolo Modificativo de um "Acordo" à data inexistente, uma vez que o AO não foi ratificado, segundo as regras que ele próprio estabelecia, até 1 de Janeiro de 1994. Razão pela qual no meu entender o Decreto que o ressuscitou carece de fundamento legal, pois segundo a Constituição, um Tratado ou Acordo Internacional só entra en vigor depois de publicados os respectivos instrumentos de ratificação em Diário da República. Acresce que só alguém que desconheça completamente a Língua - e seja surdo - é que pode pensar que as maioria das consoantes mudas são realmente mudas, como por exemplo em "respectivamente". O "c" é quase mudo, mas não completamente, pois na pronúncia correcta e articulada deverá haver em seu lugar uma pausa quase imperceptível (respe-tivamente), que desaparece em "respetivamente". Além disso, o segundo "e" de "respetivamente" só se leria "é" por hábito, o que invalida um dos pressupostos do "Acordo", que seria o de "aproximar a grafia da pronúncia".
Antonio R.Obrigado pela vossa iniciativa.
Frederico A.AO=imbecilidade.
Carlos J.Mudar o arcordo ortográfico porque "Do ponto de vista da promoção internacional da língua, era prejudicial." haver duas ortografias oficiais (portuguesa e brasileira), como refere o Prof. Malaca Casteleiro, em entrevista ao Observador (13 de Fevereiro de 2017), é fraco argumento. Quantas ortografias diferentes existem nos diversos países de língua oficial inglesa?
Manuel L.A língua constitui a matriz de um povo, podendo evoluir naturalmente em cada nação que a adoptou, mas ninguém tem o direito de a modificar a seu bel-prazer.
luis m.Minha pátria é a língua portuguesa.
Pedro E.Grande parte das alterações introduzidas com o acordo ortográfico não têm qualquer sentido, não se justicam e não valorizam a língua portuguesa.
João s.Sou por uma discussão pública sobre o AO e por uma decisão que defenda esse inestimável património que é a língua e a forma como ela reflecte a nossa raiz latina. Trata-se por isso de história, de cultura e de identidade.
Rolando R.Antropólogo, Tradutor
Antonio D.Antonio Molexón Domínguez (GALIZA) Nem é acordo nem é só ortográfico. Dizem: havia um problema e ficou resolvido. Ao contrário: não havia problema nenhum, vocês (os criadores do monstro) resolvem criar mais um problema (os portugueses e portuguesas têm muitos problemas e, agora, mais um?)
abel p.O novo acordo e' uma aberrac,ao
Mário O.Este A.O. é um erro. O próximo passo é eliminar o H porque é mudo e complica as crianças na sua escrita.
Elsa S.A etimologia das palavras é o Bilhete de Identidade das mesmas. Assino para dizer não à bastardização das palavras e ensino as raízes do bom Português.
Lurdes B.Não pode haver acordo ortográfico, porque falamos português.
Maria C.Nunca me pareceu razoável o acordo ortográfico...por diversas razões.
Francisco S.Como Professor Universitário (Aposentado) de Linguística, vejo este "Acordo Ortográfico" como uma acumulação de barbaridades e disparates de carácter linguístico e didáctico. É, pois, urgente e exigível que seja, no mínimo, largamente revisto ou até anulado (o que nasce torto tarde ou nunca se endireita - diz o povo...).
Luís C.A nossa pátria é a Língua Portuguesa. Se os demais países lusófonos preferem deturpar os princípios e regras gramaticais, ortográficos e fonéticos isso é decisão deles. Não podemos é ser nós, os Portugueses, a alterar a nossa Língua, a Portuguesa, para irmos ao encontro deles e falarmos todos de igual forma sob pena de a nossa língua deixar de o ser.
Luisa B.não concordo, não é o nosso português
Manuel M.Sou contra o "Acordo Ortográfico" de 1990. Não entender a nossa própria língua, seria abdicar da nossa própria nacionalidade.
Jorge D.Este acordo é uma aberração inaceitavel.

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