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A opinião e razões dos signatários da Petição:
Retrocessos inaceitáveis nos direitos das mulheres, mães e bebés
, para Assembleia da república
Nome
Comentário
Luís C.
Concordo na generalidade, sendo claro que é necessário verificar regimes e direitos que se encontram duplicados, optando sempre pelo mais benéfico e abrangente.
Liliana S.
Inaceitável! um retrocesso! Não podemos deixar que esta proposta avance!
Daniela .
É ridículo. Isto é um retrocesso tremendo. As medidas que querem implementar não beneficiam em nada as famílias e os nossos filhos. Ao invés de incentivar ao aumento da natalidade caminhamos para o lado oposto. É inconcebível tal coisa.
Inês M.
Permitir que a decisão do horário flexível fique do lado do empregador é uma piada de mau gosto para quem precisa realmente deste apoio. Como é óbvio, as entidades patronais vão exigir que os funcionários façam os horários necessários para a empresa e não para a sua família. A verdade é que a estrutura do país não abona a favor da natalidade nem da parentalidade positiva. Os tempos mudaram e há uma importância crescente com o bem estar emocional das crianças, mas nós não temos tempo nem condições para estarmos com os nossos filhos. Tenho um menino de 3 anos e uma bebé de 1 ano. Amamento ambos. Trabalho em horários e folgas rotativos com o meu marido num shopping que encerra às 23h. Se ambos fizermos fecho, quem vai cuidar e deitar os bebés? Mais, quem vai buscá-los à escola? E onde ficam as crianças aos fins de semana quando a creche está fechada? É muito fácil tomar decisões quando não nos toca diretamente a nós. Mais ainda, é muito fácil tomar estas decisões quando se trabalha das 9h às 17h, se fica em casa aos fins de semana e feriados e ainda se encerra para férias todo o mês de Agosto. Os meus filhos merecem mais que isto. Um pouco mais de empatia, por favor.
Patricia A.
Contra retirada de direitos
Carmen .
É indigno o que estão a tentar fazer com os nossos bebés. O nosso humanismo, bem querer, ..., para com os nossos filhos...
Edna C.
Exijo a manutenção dos direitos de amamentação e de tudo o que permita ter uma vida familiar conciliavel com a laboral de forma saudável.
Lisandra B.
Lutei tanto para poder amamentar a minha filha, para uma ministra, ainda por cima Mulher , andar a discriminar as mulheres que amamentao os seus filhos ,que como eu lutaram pelos os seus direitos, triste dizer que acha que abusamos de um direito , que abusamos por dar o melhor conforto aos nossos filhos. Deveria ter vergonha , quem deveria parar de mamar era a ministra, que todos os meses vem mamar as custas dos contribuintes, olhe lá que muitos desses contribuintes são mulheres , mães , e que amamentao, tenha VERGONHA MINISTRA !
Nélia A.
Uma vergonha, ser mãe é o trabalho mais difícil que não é remunerado.
Mónica .
Retrocesso a 1000%, apesar de não ter esse "problema" quero garantir os futuros direitos das futuras mães e famílias
Rita D.
Defender a maternidade, as mães que trabalham, mas tornar o pai também cada vez mais presente no acompanhamento dos filhos.
Cláudia .
Maternidade, paternidade e parentalidade são valores humanos a defender!!! Pelos diretos das mulheres, pelos direitos das crianças, lutar, lutar!
Gaëlle M.
É inadmissível!
Sonia .
Que deixem de se preocupar com o que esta bem e vao ver de facto onde estao as situacoes de fraude eu sou mae de tres e sei o que e trabalhar e em casa tambem se trabalha qye as mulheres deste pais se assim for nao tenham filhos .
Ana .
São retrocessos inaceitáveis!
Solange .
Pelos direitos humanos e das crianças sempre! Pelos direitos das mulheres aqui estamos mais uma vez juntas para que o passado não regresse.
Ricardo .
Votei neste governo com a confiança de que seria um governo de progresso económico e de apoio a todos os portugueses que trabalham, que contribuem para o desenvolvimento do país e que sentem confiança neste governo no apoio à maternidade. Infelizmente, vejo o contrário e estou desiludido com o meu voto neste governo e, certamente, não contará mais com a minha confiança se assim o governo entender avançar com as mudanças nessas medidas da lei laboral.
Renato O.
Inadmissível as alterações que pretendem fazer.
Nuno .
É fundamental garantir que a sociedade esteja de boa saúde para que a economia também funcione. Algumas medidas que estão a propor são favores para os patrões que trazem efeitos sociais muito perversos e impactos sócio-demográficos e económicos muito negativos no médio e longo prazo. São necessárias mais medidas a favor das mães, dos pais e dos educadores. Várias propostas do governo refletem uma cultura tóxica, própria de pessoas viciadas no trabalho e sem respeito pelo tempo e direitos da família. A mudança é bem vinda quando é uma evolução, não um retrocesso.
Sónia .
É urgente promover melhores condições às famílias, o acompanhamento das crianças até aos 12 anos é fundamental para o seu desenvolvimento emocional.É urgente a promoção de medidas de apoio à Natalidade e de proteção aos pais trabalhadores (ambos- mãe e pai). Retrocessos NÃO! Deviam era preocupar-se com a Saúde, Educação e Imigração descontrolada (esses sim, chegam ao País sem nada terem contruibuido para o mesmo e são-lhes atribuídos todos os direitos e prioridades face aos Portugueses que trabalham, descontam e tentam numa luta diária conciliar a família e o trabalho
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