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Retrocessos inaceitáveis nos direitos das mulheres, mães e bebés
, para Assembleia da república
Nome
Comentário
Renata B.
Os filhos dos emigrantes já têm mais direitos e prioridade superior sobre os filhos de portugueses. Ainda nos querem prejudicar mais? A custo do quê? De pessoas que não contribuem para a Segurança Social e ainda sobrecarregam tanto o sistema de SS como o SNS. Pensem em criar políticas para incentivar à natalidade em Portugal para não precisarmos de mão de obra barata de imigrantes.
Elsa C.
O que mais me custou foi deixar a minha filha na creche, para ir trabalhar
Nelson M.
Governo proto-facho. Acordo entre PSD/CDS e CH = Faz o que o Chega quer ou aprovamos a comissão de inquérito.
Maria .
As leis da família devem mantet-se. Sou mãe de duas crianças, um bebé de 24 meses que ainda amamentação. Tenho horários de trabalho que raramente me permitem de ir buscá-los à creche/ escola. Não tenho família disponível para me ajudar e o horário da amamentação permite-me acompanhar os meus filhos. Criar condições às famílias para conseguir conciliar família e trabalho, pois é muito "violento" para uma mãe trabalhar a 100% e acompanhar a família sobretudo quando se trata de filhos tão pequenos.
Cláudia .
Na esperança e expetativa que estes retrocessos gravissímos e inadmissíveis numa sociedade dita evoluída não se imponham e não se tornem realidade. Propôr estes retrocessos revela um desconhecimento gravíssimo das evidências científicas e sociais e não se pode admitir a quem nos governa este tipo de falhas, ainda para mais quando pertencem a classes políticas aparentemente defensoras da família.
Sara A.
Inaceitável. Foquem-se em políticas com base em evidência científica, que efetivamente melhorem a vida dos trabalhadores e a competitividade das empresas. Deixem as mulheres, as crianças e as famílias em paz, aliás trabalhem por mais direitos, para que mulheres grávidas e pais não sejam despedidos única e exclusivamente por estarem a construir família.
Liliana L.
Contra todas as alterações laborais
Carmen E.
É importante termos voz activa! Gritar pela democracia que, aos olhos deste governo está em retrocesso de cinquenta anos. Um ataque brutal aos parcos direitos adquiridos e que as mulheres não se podem permitir a calar, quando são mulheres que os atentam!
Antonio .
Ignorância e completo desconhecimento das recomendações da organização mundial da saúde !!!!!
Ana .
É uma vergonha!
Stefanie .
Adorava ser mãe já há algum tempo e ainda não sou por várias motivos como: - abuso de poder das entidades empregadoras que observo, sobre as mães porque sentem que por serem maes elas vão se a sujeitar a tudo e mais alguma coisa só para garantir o emprego. - salários de - do país - falta de apoios e incentivos à maternidade - dificuldade de ter vagas em creches e agora querem retirar ainda mais flexibilidade e apoios. - taxa de natalidade péssima no nosso país e , o incentivo que obtemos é quase, abdiquem de ser mãe e pais se não forem ricos ou abdiquem da vossa carreira para voltar a ser donas de casa como no tempo do Salazar, se não tem familiares para dar apoio?! - sim estou quase a abdicar da ideia de ser mãe pk nós devíamos poder ser mães sem termos de pender da ajuda ou apoio de familiares por falta de apoio governamental, estado, serviços etc, sem ter de abdicar das nossas carreiras, sem ter de abdicar de nós mesmos, anular-nos Resumindo um país onde já me foi transmitido a observação de pessoas de países nórdicos (evoluídos) como “em Portugal não se carrinhos de bebês nas ruas! - enquanto a mentalidade do país não mudar a tendência é haver retr
Ana .
É impensável num país que combate taxas baixíssimas de natalidade, alterar políticas de modo a desincentivar a mesma.
José B.
Como podem as famílias gerar filhos, com mentalidades tacanhas destes desgovernantes.
Nelson B.
Ajudas já são poucas e ainda querem retirar mais?! Se se interessassem a cortar a quem se deve cortar em vês de tirar a quem depende injustamente depende do governo. Ainda querem insentivar a taxa de natalidade. Emfim muito triste e revoltante. Viva portugal...
paula a.
Não vamos retroceder!!!!
Anabela .
Pela mulher, pela Vida, sempre!
Maria B.
Triste os comentários de um ministro, ainda para mais mulher. Comecem por ouvir os especialistas sobre amamentação, cuidados com as crianças e infância e diria mesmo questionem se as mães que estão de licença regressassem todas ao trabalho ao fim de 6 meses onde deixavam os bebés uma vez que o estado não tem capacidade de resposta em termos de creches ?? Perguntessem o que fariam então ??? Triste um governo de direita, que deveria defender valores como a família, enfim o único sentimento que me ocorre é tristeza.
Edite .
Garantir Família para garantir Sociedade
Inês .
Sou mãe amamento, sou bombeira profissional tal como o meu marido. E só vergonhoso tirarem os pouco que temos para bem dos nossos filhos!
Sara F.
Ainda não sou mãe, mas não concordo com o que estão a tentar implementar, acho um desrespeito enorme e até prova que não têm carácter. Por detrás de um "grande homem" (segundo se intitulam, existem 2 incriveis mulheres, a mãe que cuidou, amamentou e educou, e a esposa que se torna pilar, casa e familia, é vergonhoso Portugal estar cada vez pior e que obrigue jovens a procurar melhores condições no estrangeiro.
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